- O vice-presidente Geraldo Alckmin defendeu a redução da jornada de trabalho, associando-a ao avanço da tecnologia, automação e aumento da produtividade.
- Ele afirmou que a tendência é mundial, com mais máquinas e menos pessoas na indústria, no campo e nos serviços.
- Em visitas a empresas, disse que robôs e inteligência artificial substituem parte do trabalho humano.
- Alckmin citou o combate a privilégios e desperdícios no serviço público, destacando que a carga tributária atinge principalmente quem tem menor renda.
- O evento ocorreu na manhã de segunda-feira, 13 de abril, na UGT, reunindo lideranças sindicais para discutir novos rumos da economia e da relação de trabalho.
O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) defendeu a redução da jornada de trabalho, associando-a ao avanço da automação, da tecnologia e ao aumento da produtividade em diferentes setores. A fala ocorreu durante palestra em São Paulo, na tarde desta segunda (13 abr 2026).
Alckmin afirmou que a transformação produtiva é global, com mais máquinas, inteligência artificial e sistemas automatizados. “Se podemos fazer mais com menos gente, as fábricas, o campo e o serviço vão reduzir a jornada”, disse.
O vice-presidente citou exemplos de visitas a empresas para ilustrar o impacto da automação, apontando substituição de trabalhadores por robôs e IA. Ele destacou que o movimento já é visível na agricultura e indústria, estendendo-se aos serviços.
Sobre finanças públicas, Alckmin criticou privilégios e desperdícios, dizendo que a carga tributária pesa mais sobre a população de menor renda. Ele citou exemplos de itens do cotidiano para enfatizar o efeito distributivo.
A fala também abordou críticas a penduricalhos no funcionalismo. Segundo o vice, a ideia é reduzir distorções e melhorar a eficiência do gasto, com foco na proteção dos menos favorecidos.
Evento na UGT
O encontro teve início às 11h e reuniu lideranças sindicais e representantes da sociedade civil, como Ricardo Patah, Rejane Soldani e Enilson Simões. O tema foi os novos rumos da economia brasileira com o fim da escala 6×1.
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