- Credores buscam adquirir até 90% da Raízen ao converter parte da dívida em ações, buscando maior influência na gestão.
- A operação pode levar a restrições de crédito à Cosan, controladora da Raízen.
- O movimento surge após a Raízen anunciar reestruturação financeira com emissão de novas ações e renegociação de dívidas.
- As negociações devem avançar nos próximos meses, com possibilidade de entrada de novos investidores e reestruturação do capital.
- Raízen é uma das maiores produtoras de etanol e açúcar e atua na distribuição de combustíveis, atividade considerada estratégica para o setor energético nacional.
A Raízen, joint venture entre Cosan e Shell, enfrenta uma disputa com credores que buscam adquirir até 90% da companhia. Eles pressionam para converter parte da dívida em ações e obter maior influência na gestão.
A tensão aumentou após a Raízen anunciar uma reestruturação financeira que envolve emissão de novas ações e renegociação de dívidas. A medida é vista como um caminho para evitar recuperação judicial.
Refinaria da Raízen em Buenos Aires, na Argentina, figura entre os ativos do grupo. Bancos credores indicam que a estratégia de capital pode incluir a entrada de novos investidores.
Situação com credores e possível desdobramento
Segundo fontes próximas, as negociações devem avançar nos próximos meses. Há expectativa de que o acordo envolva mudanças no controle acionário e na governança da empresa.
A Raízen atua na produção de etanol e açúcar, além de distribuição de combustíveis. Sua saúde financeira é considerada estratégica para o setor energético brasileiro e para a própria Cosan.
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