- Relatório do JPMorgan com mais de cem bilionários aponta leitura, disciplina e gestão do tempo como pilares para construção de riqueza no longo prazo, com o patrimônio agregado superior a US$ 500 bilhões.
- A leitura é o hábito mais associado ao sucesso entre as famílias mais ricas; exercícios físicos, consistência e acordar cedo também aparecem entre os fatores-chave.
- Bill Gates e Warren Buffett são citados como exemplos de leitores ávidos; Buffett sugeriu ler centenas de páginas por dia e manter-se atualizado por meio de jornais, revistas e relatórios.
- Os sete hábitos destacados pelo JPMorgan são: leitura; exercício físico; consistência; acordar cedo; priorização de tarefas; definição de metas; tempo para pensamento profundo.
- Mesmo com IA ganhando espaço, a leitura é vista como disciplina estratégica; quase 80% dos ultrarricos já usam IA na vida pessoal e 69% nos negócios.
O JPMorgan publicou um relatório baseado em entrevistas com mais de 100 bilionários, somando patrimônio líquido superior a US$ 500 bilhões. O estudo aponta hábitos como leitura, disciplina e gestão do tempo como pilares do sucesso a longo prazo.
A pesquisa revela que exercícios físicos, consistência e acordar cedo aparecem entre as principais práticas. O tema central é a máxima de que o tempo é a moeda mais valiosa; cada hora deve ser gasta com cuidado estratégico.
Em um cenário guiado pela IA, a leitura continua sendo vista como caminho rápido para adquirir conhecimento duradouro. Líderes chegaram a indicar leitura diária como fonte de aprendizado, mesmo com tecnologias que resumem conteúdo.
Principais hábitos que impulsionam a riqueza
A lista do JPMorgan aponta sete hábitos-chave: leitura, exercício, consistência, despertar cedo, priorização, metas e tempo para pensamento profundo. Esses itens aparecem com igual peso na construção de riqueza de longo prazo.
Os ultrarricos também dedicam tempo a atividades além da leitura. No entanto, o relatório indica que a leitura é tratada como disciplina estratégica, aliada a decisões mais informadas diante de IA.
Leitura, IA e estratégias de aprendizado
Quase 80% dos participantes já utilizam IA na vida pessoal e 69% a empregam nos negócios. A ideia é combinar acesso rápido à informação com consumo consciente, para manter o aprendizado constante frente a mudanças tecnológicas.
Entre as recomendações de leitura para 2026, o relatório cita memórias de Bobbi Brown, a história de Wall Street de 1929 e a biografia de Michael Jordan, refletindo foco em ideias ousadas e exploração de novos horizontes.
Tempo livre dos ultrarricos
Embora a leitura seja relevante, ela fica em sétimo lugar entre os hobbies mais citados. As atividades preferidas incluem vida ao ar livre, tempo com família, trabalho e esportes como tênis e golfe.
Conforme o estudo, a gestão do tempo é prioridade: o desempenho financeiro de longo prazo depende menos de hobbies isolados e mais de uma prática disciplinada de aprendizagem e aplicação do conhecimento.
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