- A Walt Disney anunciou corte de mil empregos em uma nova reestruturação, conforme informou o CEO Josh D’Amaro.
- Os cortes atingem áreas como marketing, estúdios, televisão, ESPN, produtos e tecnologia, além de algumas funções corporativas.
- A Disney começou a notificar os funcionários nesta semana, com o objetivo de manter uma força de trabalho mais ágil e tecnologicamente capacitada.
- A medida ocorre em um cenário de dificuldades econômicas em Hollywood, com retração de bilheterias e aumento da concorrência, ressaltando paralelos com Warner Bros Discovery e Paramount Skydance.
- Em 2023, a empresa já havia eliminado sete mil empregos para economizar custos; até setembro, empregava cerca de 231 mil pessoas.
Disney anuncia corte de 1.000 empregos em nova reestruturação
O novo CEO da Walt Disney, Josh D’Amaro, comunicou demissões por e-mail aos funcionários nesta terça-feira (14). A medida faz parte de uma reestruturação para adaptar a empresa às atuais condições de Hollywood. A expectativa é eliminar cerca de 1.000 cargos.
Os cortes atingem áreas diversas, incluindo marketing, estúdios de cinema e televisão, ESPN, produtos e tecnologia, além de certas funções corporativas. A reorganização já vinha sendo planejada desde o ano anterior.
D’Amaro justificou as demissões pela necessidade de manter a empresa ágil e tecnologicamente capacitada para os próximos anos. A Disney iniciou a notificação de colaboradores nesta semana, segundo apuração da Reuters.
A iniciativa ocorre em meio a um cenário de retração da indústria, com quedas na bilheteria e maior competição no streaming. Warner Bros Discovery e Paramount Skydance também passaram por reduções de quadro.
A última rodada relevante de cortes na empresa ocorreu em 2023, quando a Disney reduziu cerca de 7.000 vagas para reduzir custos. Na época, a companhia enfrentava pressão de investidores para melhorar resultados.
A Disney informou possuir cerca de 231.000 funcionários até setembro, fim do último ano fiscal. As informações foram também divulgadas pelo The Wall Street Journal, que foi o primeiro a reportar os cortes.
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