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FMI reduz previsão de crescimento da zona do euro para 1,1% por guerra no Irã

FMI reduz crescimento da zona do euro para 1,1% em 2026, de 1,4%, citando guerra no Irã que eleva inflação e custos de energia

IMF Managing Director Kristalina Georgieva speaks at a news conference in Washington, 9 April 2026
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  • O Fundo Monetário Internacional reduziu a projeção de crescimento da zona do euro para 1,1% em 2026, ante 1,4%.
  • A revisão ocorre em meio à guerra no Irã, que impacta mercados de energia com a Blockade do Estreito de Hormuz e danos na região.
  • A inflação global está estimada em 4,4%, e a Europa encara aumento de cerca de 19% nos custos de energia, afetando a indústria.
  • A inflação na Ucrânia ficou em 7,9% em março, com o banco central descrevendo o cenário como delicado para a economia local.
  • Nos Estados Unidos, o crescimento é previsto em 2,3%; na Rússia, a economia pode avançar 1,1% devido a exportações de petróleo mais caras; os riscos podem permanecer se a volatilidade energética continuar.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para baixo a previsão de crescimento da zona do euro, para 1,1% em 2026, ante 1,4% estimados anteriormente. A correção reflete menor impulso econômico e inflação mais alta na região.

A mudança ocorre em meio a um cenário externo desafiador, com o conflito no Oriente Médio potencializando choques nos preços de energia e impactos nas cadeias de suprimento globais, segundo o FMI. A agência aponta que a volatilidade energética freou a recuperação mundial.

A IMF aponta que a interrupção do comércio de energia, provocada pelo bloqueio no Estreito de Hormuz e danos à infraestrutura, elevou as expectativas de inflação global para 4,4%. Esse tiro de alerta aumenta o desafio para políticas públicas.

Impacto na Europa e custos de energia

A Europa, sensível a variações de preço do gás, deve enfrentar um aumento de 19% nos custos energéticos, segundo o FMI, o que pesa sobre a produção industrial. A projeção destaca a vulnerabilidade de 19 países da zona do euro.

O FMI também aponta impactos sobre a Ucrânia, que enfrenta inflação elevada e riscos macroeconômicos agravados pela guerra com a Rússia. Autoridades locais indicam que o país lida com pressões de custo aliadas a esforços de guerra.

Desempenhos em mercados internacionais

Nos Estados Unidos, a projeção de crescimento foi ajustada para 2,3%, com impactos revertendo parte do efeito de tarifas comerciais, mas com o choque energético mantendo pressão. A Rússia deve registrar leve alta de 1,1% por receitas de exportação de petróleo mais caros.

O FMI observa que, mesmo com cessar-fogo temporário, os riscos de baixa permanecem elevados. Caso a volatilidade dos preços de energia continue em 2027, a instituição visualiza cenário adverso com crescimento global perto de 2% e tarifas monetárias altas.

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