- A participação mínima da Halal Product Development, subsidiária da Saudi Arabia’s Public Investment Fund, na Sadia Halal passa de 10% para 20% até meados de 2027.
- O aumento virá por meio de venda de ações pela MBRF, o que rende mais US$ 170 milhões adicionais até meados de 2027.
- O acordo inicial prévio foi de US$ 2 bilhões, firmado em outubro, e todas as etapas de due diligence e avaliações antitruste já foram concluídas.
- A HPDC ainda mantém a possibilidade de chegar a 40% de participação até a potencial oferta pública inicial da Sadia Halal em Riade, no próximo ano.
- O movimento reforça laços entre frigoríficos brasileiros e o Oriente Médio, em meio a turbulências regionais e preocupação com segurança alimentar.
A MBRF, braço de investimentos da Arábia Saudita, aumentará sua participação na Sadia Halal, joint venture com a brasileira Sadia. O ajuste elevou a participação mínima da Halal Product Development, subsidiária da MBRF, de 10% para 20% até meados de 2027.
O acréscimo virá por meio de venda de ações da própria MBRF, garantindo à Sadia Halal cerca de US$ 170 milhões adicionais até 2027. As etapas de due diligence e avaliações antitruste já foram concluídas, segundo a MBRF.
A HPDC ainda pode elevar a participação até 40% antes da possível oferta pública inicial em Riade, prevista para o próximo ano. O acordo reforça laços comerciais entre frigoríficos brasileiros e o Oriente Médio.
Detalhes do acordo
O acordo original envolveu um investimento de US$ 2 bilhões entre outubro passado e o futuro. Com a expansão, a MBRF amplia seu papel estratégico na Sadia Halal, que resulta da associação entre as partes para o mercado halal.
Contexto regional
Brasil é o maior exportador mundial de frango e mantém compradores importantes no Oriente Médio. A expansão ocorre em meio a turbulências regionais, incluindo a guerra no Irã, que afetam a logística e a segurança alimentar na região.
Perspectivas
A Santa Halal e a MBRF atuam em sequência de reforço de estoques próximos à distribuição no Oriente Médio, conforme comentou o CEO da MBRF. O movimento sinaliza continuidade de investimentos e de abastecimento entre Brasil e Médio Oriente.
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