- O JPMorgan Chase teve lucro líquido de US$ 16,5 bilhões no 1º trimestre de 2026, alta de 13% em relação ao mesmo período de 2025, com lucro por ação de US$ 5,94.
- A receita total ficou em US$ 49,8 bilhões (US$ 50,5 bilhões ajustados), avanço de cerca de 10% frente ao ano anterior e acima das projeções de US$ 49,1 bilhões.
- Despesas totais subiram 14%, para US$ 26,9 bilhões, enquanto as provisões para perdas com crédito somaram US$ 2,5 bilhões.
- A divisão de banco de investimento registrou ganho de 19% na receita, com alta de 28% em investment banking, e mercados atingiram recorde de US$ 11,6 bilhões em receitas.
- O CEO Jamie Dimon afirmou que os resultados foram fortes, destacando resiliência da economia dos EUA, mas ressaltou riscos geopolíticos, volatilidade de energia, incertezas comerciais e preços de ativos elevados; às 7h57, as ações recuavam 1,8% no pré-mercado.
O JPMorgan Chase divulgou resultados do primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido de 16,5 bilhões de dólares, alta de 13% na comparação anual. O lucro por ação ficou em 5,94 dólares, acima dos 5,07 dólares de igual período do ano anterior.
A receita totalizou 49,8 bilhões de dólares, ante 50,5 bilhões em base ajustada e projeção de 49,1 bilhões pelos analistas. O desempenho ficou acima das expectativas de mercado para o trimestre.
As despesas totais cresceram 14%, para 26,9 bilhões de dólares. As provisões para perdas com crédito somaram 2,5 bilhões, abaixo do nível visto no mesmo período de 2025.
A divisão de banco de investimento registrou crescimento de 19% na receita, com altas de 28% nas taxas de investment banking. As receitas de mercados chegaram a 11,6 bilhões de dólares, atingindo recorde.
Em comunicado, o CEO Jamie Dimon afirmou que o banco teve resultados fortes em todas as linhas de negócio. Ele comentou que a economia dos EUA segue resiliente, com consumo estável e empresas em boa situação.
Dimon ressaltou, porém, que o ambiente permanece incerto, citando tensões geopolíticas, volatilidade de energia, incertezas comerciais, déficits fiscais e elevação de preços de ativos como fatores de risco.
Às 7h57 (horário de Brasília), as ações do JPMorgan recuavam 1,8% no pré-mercado em Nova York.
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