- A Kering apresentou em Florença uma estratégia para dobrar a lucratividade e reacender o desempenho da Gucci, sob o comando do novo CEO, Luca de Meo.
- De Meo destacou a reorganização de funções, busca por sinergias de manufatura e freou parcialmente a aquisição da Valentino.
- Hermès perde fôlego e pode enfrentar uma fase similar ao que ocorreu com a Louis Vuitton no início dos anos 2010, segundo analistas.
- Vendas de luxo sofrem com a guerra no Oriente Médio, que afeta comércio duty-free e varejo de viagem de marcas como LVMH, Kering, Estée Lauder e L’Oréal.
- Em Geneva Watch Week, o cenário da relojoaria suíça é analisado por especialistas, com retorno de algumas marcas e ausências notáveis, em expectativa pelo evento.
Kering apresentou nesta semana uma visão estratégica durante o Capital Markets Day realizado em Florença, na Itália. O novo CEO, Luca de Meo, revelou uma reorganização de funções-chave com foco em alavancar a lucratividade e buscar sinergias de fabricação, além de revelar previsões para Gucci.
A agenda da empresa envolve ajustes estruturais para dobrar a rentabilidade, mantendo o impulso de Gucci sob uma nova estratégia. A apresentação ocorreu na cidade italiana e marcou a continuidade da trajetória de reestruturação do grupo francês.
No radar, Hermès recebe atenção de analistas diante de possível arrefecimento de ritmo, com comparação a momentos anteriores de Louis Vuitton no início da década. O mercado avalia o impacto dessas mudanças no conjunto do portfólio de luxo.
Mercado de luxo enfrenta abalo de demanda em vias de agravamento, com quedas de vendas em aeroportos e operações de duty free no Oriente Médio, afetando LVMH, Kering, Estée Lauder e L’Oréal. O cenário internacional influencia eficiência de lojas e canais de varejo.
Além disso, o setor de relógios é tema de debate na Geneva Watch Week. A presença de marcas como Audemars Piguet é discutida em meio à expectativa de recuperações, ausências de alguns executivos e o pulso entre líderes de indústria.
Entre na conversa da comunidade