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Brasil volta a emitir dívida em euro após uma década

Brasil volta a emitir dívida em euro após dez anos, captando quatro bilhões de euros com demanda superior a dez bilhões, para diversificar fontes e reduzir custos

Uma mão sem luva entrega uma nota de 5 euros para uma mão enluvada.
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  • Brasil voltou a emitir dívida em euro pela primeira vez desde dois mil e quatorze, anunciando a operação nesta quarta-feira, 15.
  • Foram emitidos cerca de quatro bilhões de euros, equivalente a aproximadamente R$ 24 bilhões na cotação atual, com demanda superior a dez bilhões de euros.
  • O objetivo é ampliar o acesso ao mercado internacional de capitais, diversificar as fontes de financiamento e reduzir o custo da dívida, além de alongar o prazo dos títulos.
  • Os títulos têm vencimentos em dois mil e vinte e oito e dois mil e trinta e três, com juros de 2,75% e 3,25%, respectivamente, coordenados por Banco do Brasil, Bradesco, Santander e Itau BBA.
  • A emissão faz parte de uma estratégia mais ampla de diversificação de moedas (dólares, ienes e outras moedas) e reflete melhoria na percepção de risco e na confiança dos investidores na economia brasileira.

O Brasil voltou a emitir dívida em euro, a primeira operação na moeda desde 2014. A emissão ocorreu nesta quarta-feira, 15, com o objetivo de diversificar a dívida pública e ampliar o acesso do país ao mercado de capitais internacional.

Ao todo, foram emitidos títulos no valor de cerca de 4 bilhões de euros, equivalentes a aproximadamente R$ 24 bilhões na cotação atual. A demanda superou 10 bilhões de euros, indicando forte interesse dos investidores internacionais.

Segundo o Ministério da Economia, a operação busca reduzir o custo da dívida e alongar o prazo médio de vencimento. O momento também reflete recuperação econômica e melhoria da percepção de risco do Brasil no cenário externo.

Os títulos têm vencimentos em 2028 e 2033, com taxas de juros de 2,75% e 3,25%, respectivamente. A emissão foi coordenada pelos bancos Banco do Brasil, Bradesco, Santander e Itaú BBA como coordenadores principais.

Essa emissão integra a estratégia de diversificação de fontes de financiamento do Brasil, que já inclui operações em dólares, ienes e outras moedas. O avanço reforça o objetivo de sustentabilidade fiscal e de acesso a condições de financiamento mais estáveis.

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