- O ministro Durigan disse que a guerra no Irã pode dificultar a queda dos juros no Brasil.
- Segundo ele, um conflito mais longo tende a pressionar a inflação global e deixar os bancos centrais mais cautelosos.
- A guerra pode elevar preços do petróleo e de commodities, gerando pressões inflacionárias internacionais.
- Isso pode levar entidades monetárias a manter juros altos por mais tempo.
- Durigan aponta que a política monetária brasileira deve acompanhar desdobramentos internacionais, mantendo foco na inflação e na estabilidade econômica, sem se afastar de fatores internos.
O ministro Durigan afirmou que a guerra no Irã pode dificultar a queda dos juros no Brasil. Segundo ele, um conflito de maior duração tende a pressionar a inflação mundial e a tornar mais cautelosa a atuação dos bancos centrais.
Durigan explicou que o conflito pode impactar a economia global ao elevar preços de petróleo e de commodities. Esse cenário, por sua vez, pode manter a inflação pressionada e levar bancos centrais a manterem juros elevados por mais tempo.
O ministro ressaltou que a estabilidade econômica depende de fatores internacionais e que o Brasil deve acompanhar os desdobramentos do conflito para ajustar sua política monetária de forma adequada.
Ainda segundo Durigan, o cenário político interno também deve ser considerado na decisão, mas a prioridade é manter a inflação sob controle e preservar a estabilidade econômica do país.
Para ele, a guerra no Irã é um elemento que pode influenciar a trajetória da inflação e, por consequência, a política de juros, dificultando reduções em um ambiente de maior instabilidade internacional.
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