- As vendas do comércio varejista passaram de janeiro para fevereiro com alta de 0,6%.
- O resultado manteve o recorde da série histórica, iniciada em 2000.
- O desempenho foi puxado principalmente pelo crescimento de livros, jornais, revistas e papelaria (2,4%), além de combustíveis e lubrificantes (1,7%) e hiper/supermercados, alimentos, bebidas e fumo.
- Comparado a fevereiro de 2025, houve alta de 0,2%.
- O acumulado dos últimos doze meses ficou em alta de 1,4%.
O comércio varejista brasileiro registrou alta de 0,6% em fevereiro ante janeiro, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do IBGE. O avanço confirmou o recorde da série histórica iniciada em 2000.
Entre os itens que puxaram o aumento, sobressaem vendas de livros, jornais, revistas e papelaria (2,4%), combustíveis e lubrificantes (1,7%) e produtos de hiper e supermercados, bebidas, fumo e itens alimentícios. Esses segmentos contribuíram de forma relevante para o resultado.
Na comparação com fevereiro de 2024, a variação foi de 0,2% e, nos 12 meses até fevereiro, o acumulado ficou em 1,4%. As informações foram divulgadas pelo IBGE nesta quarta-feira (15).
Desempenho por itens
- Livros e papelaria: alta expressiva puxou o índice de fevereiro.
- Combustíveis: contribuição significativa para as vendas do mês.
- Grandes redes de alimentação: desempenho robusto em supermercados e hipermercados.
O crescimento mensal de fevereiro levou em conta o contexto de consumo e estoque de itens domésticos, com impactos de preços e promoções sazonais. O IBGE não aponta mudanças estruturais no varejo, mantendo o tom de evolução gradual ao longo do ano.
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