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Inter discute futuro das duplicatas escriturais em evento para PJ

Inter debaterá duplicatas escriturais, registro obrigatório e aumento de liquidez, com migração gradual a partir de junho de 2026

Evento do Inter sobre duplicatas escriturais realizado em Belo Horizonte
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  • O Inter realizou, em Belo Horizonte, nesta quinta-feira (16), um encontro para clientes de Pessoa Jurídica sobre duplicatas escriturais, em parceria com a Nuclea.
  • O evento prepara as empresas para as novas diretrizes do Banco Central sobre duplicatas escriturais, que entram em vigor de forma gradual a partir de junho de 2026.
  • A programação aborda conceitos básicos, panorama regulatório e oportunidades de crédito geradas pela Resolução 339/2023 do Banco Central.
  • Atualmente, estima-se que apenas 20% do volume de duplicatas emitidas no Brasil seja lastro em operações de crédito; a mudança visa ampliar o registro eletrônico, aumentando transparência e reduzindo fraudes.
  • O cronograma de implementação prevê produção assistida em junho de 2026, obrigatoriedade para grandes empresas em junho de 2027, para médias em janeiro de 2028 e para pequenos em junho de 2028.

O Inter realizou nesta quinta-feira, 16, em Belo Horizonte, um encontro para clientes de Pessoa Jurídica sobre duplicatas escriturais. O evento, em parceria com a Nuclea, visa preparar as empresas para as novas diretrizes do Banco Central que entram em vigor gradualmente a partir de junho de 2026. O objetivo é reduzir fraudes e ampliar liquidez no setor produtivo.

O encontro ocorreu no Inter Café, no Belvedere, região Centro-Sul da capital, e abordou desde conceitos básicos até o panorama regulatório e as oportunidades de crédito geradas pela Resolução 339/2023 do BC. Participaram especialistas do Inter e da Nuclea para esclarecer dúvidas sobre a nova regulação.

Mudanças esperadas com a duplicata escritural

A reforma prevê registros eletrônicos obrigatórios para anticipações e garantias, aumentando transparência e segurança. O objetivo é facilitar o acesso a crédito junto a diferentes instituições financeiras, reduzindo riscos de fraude.

O que muda com a Resolução 339/2023

Entre as inovações estão duplicatas 100% digitais, com rastreabilidade completa desde a emissão até o pagamento. O registro em escrituradora autorizada pelo BC passa a ser obrigatório para negociação, e o comprador deve confirmar o título no sistema.

Por que isso importa para o mercado

A digitalização deve ampliar opções de crédito, melhorar o controle dos recebíveis e integrar notas fiscais eletrônicas, reduzindo erros e fraudes. Dados indicam que apenas 20% do volume de duplicatas já lastreia crédito hoje.

Cronograma de implementação

O BC prevê fases de implantação: junho de 2026 com migração opcional, junho de 2027 para grandes empresas, janeiro de 2028 para médias e junho de 2028 para pequenas. O Inter planeja expandir o calendário para outras cidades, como São Paulo.

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