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Lufthansa encerra CityLine devido a custos de combustível e greves

Lufthansa encerra CityLine por custos de combustível e greves, transferring dois mil empregados e reduzindo frota em rotas curtas e médias

FILE - Lufthansa aircrafts are parked at the airport in Frankfurt, Germany, Thursday, 7 March 2024.
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  • A Lufthansa anunciou o fechamento da sua subsidiária regional CityLine, citando custos de combustível e greves como fatores para acelerar o plano estratégico.
  • Um passo imediato é a retirada permanente de 27 aeronaves operacionais da CityLine do programa de voos a partir do dia seguinte.
  • Cerca de 2.000 funcionários da CityLine foram oferecidos a continuidade em outras subsidiárias do grupo.
  • Os preços do querosene subiram, com o combustível mais que dobrando desde o início da guerra no Oriente Médio, agravando a crise.
  • A companhia reduzirá serviços de longo e curto alcance após o verão, com queda prevista de seis aeronaves intercontinentais no fim da temporada de verão e novos cortes no inverno de 2026/27; a ação derrubou mais de 1,5% das ações na Bolsa de Frankfurt.

Lufthansa anunciou nesta quinta-feira o fechamento da CityLine, sua subsidiária regional, alegando custos elevados de combustível e uma sequência de greves como fatores que aceleraram o plano estratégico. A medida é imediata, com a retirada permanente de 27 aeronaves operacionais da CityLine do programa de voos a partir do dia seguinte.

A CityLine emprega cerca de 2.000 pessoas, que tiveram a opção de seguir empregados em outras subsidiárias do grupo. A empresa informou que os preços do querosene duplicaram desde o início do conflito no Oriente Médio, agravando perdas no negócio regional.

Além do ajuste de frota, a Lufthansa informou uma redução dos serviços de longa e curta distância a partir do verão, com o objetivo de cortar custos. O diretor financeiro Till Streichert destacou que o foco será tornar as plataformas de curto e médio alcance mais competitivas.

Reestruturação operacional

A Lufthansa planeja reduzir a capacidade de voos intercontinentais em seis aeronaves ao final do cronograma de verão. No inverno de 2026/27, a medida prevê a retirada de mais cinco aeronaves de seis destinos diferentes, impactando voos sob a marca principal.

Contexto de mercado

A companhia também citou o aumento contínuo dos custos de combustível, além de greves que já se repetem há dias entre comissários de bordo e pilotos. Fontes associadas ao setor apontam pressão adicional sobre o planejamento de rotas e custos operacionais.

Desempenho financeiro

Na bolsa, a ação da Lufthansa caiu mais de 1,5% na tarde de quinta-feira, em Frankfurt, refletindo a divulgação das medidas e o contexto de custos elevados no setor.

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