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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem com mercado de trabalho estável

Pedidos iniciais de auxílio-desemprego caem para 207 mil na semana encerrada em 11 de abril, indicando mercado de trabalho estável, mas contratações permanecem cautelosas diante do conflito no Oriente Médio

Sinalização de uma feira de empregos em Nova York
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  • Pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos EUA caíram em 11.000 na semana encerrada em 11 de abril, para 207.000, com ajuste sazonal, informou o Departamento do Trabalho.
  • Economistas consultados pela Reuters previam 215.000 pedidos para a última semana.
  • O levantamento aponta que os pedidos permanecem na faixa de 201.000 a 230.000 neste ano, com demissões ainda baixas.
  • O Livro Bege do Federal Reserve indicou que houve aumento na demanda por trabalhadores temporários ou terceirizados, mas as contratações permanentes ficaram cautelosas devido à incerteza econômica.
  • O preço do petróleo subiu mais de 35% desde o início da guerra no Oriente Médio, o que tende a pressionar inflação e níveis de investimento, conforme relatos oficiais.

O Departamento do Trabalho dos EUA informou que os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 11.000, para 207.000, na semana encerrada em 11 de abril, com ajuste sazonal. Economistas consultados pela Reuters previam 215.000 pedidos.

A leitura indica continuidade de um mercado de trabalho estável, ainda que as demissões permaneçam em níveis baixos. Observa-se cautela dos empregadores em contratar novos trabalhadores, diante de incertezas econômicas.

O relatório também cita o impacto da guerra no Oriente Médio, com o petróleo em alta e custos pressionando preços. O Livro Bege do Fed aponta demanda por temporários e terceirizados em alguns distritos, frente a dúvidas sobre contratações permanentes.

Contexto de mercado e incertezas

  • O petróleo subiu mais de 35% desde o fim de fevereiro, elevando pressões inflacionárias para consumidores e produtores.
  • O conflito geopolítico foi destacado como fator de incerteza, influenciando decisões de investimento e de contratação.
  • O mercado já mostrava contenção antes do conflito, com tarifas e políticas de imigração influenciando as expectativas.

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