- S&P 500 e Nasdaq fecharam em alta, renovando recordes de fechamento pela segunda sessão seguida, com otimismo sobre possível acordo entre EUA e Irã para encerrar a guerra no Oriente Médio.
- Dow Jones subiu 0,24%, a 48.578,60 pontos; S&P 500 avançou 0,26%, a 7.041,09 pontos; Nasdaq ganhou 0,36%, a 24.102,704 pontos.
- Setor de energia teve a maior alta, em torno de 1,55%, impulsionado pela alta dos preços do petróleo; tecnologia também apresentou ganho.
- O tom positivo ficou associado a declarações do presidente dos EUA sobre negociações de paz com o Irã e a possibilidade de encontro no próximo fim de semana.
- Israel e Líbano concordaram com um cessar-fogo de dez dias; o bloqueio naval dos EUA ao Irã permanece em vigor, com defesa preparada para retomar operações se não houver acordo.
Os índices de Nova York fecharam em alta pela segunda sessão seguida, sustentados por expectativas de acordo entre EUA e Irã para encerrar a guerra no Oriente Médio. O S&P 500 e o Nasdaq registraram novos recordes de fechamento, com o mercado também digerindo o início da temporada de balanços corporativos.
No fechamento, o Dow Jones subiu 0,24%, a 48.578,60 pontos. O S&P 500 ganhou 0,26%, aos 7.041,09 pontos, e o Nasdaq avançou 0,36%, para 24.102,704 pontos. Os ganhos vieram sobretudo do setor de energia, que subiu 1,55%, alinhado à alta dos preços do petróleo, e da tecnologia, com avanço de 0,78%.
O otimismo sobre um possível acordo entre Estados Unidos e Irã ganhou fôlego após declarações de autoridades envolvidas nas negociações. A narrativa de que um cessar-fogo pode prosperar contribuiu para o impulso das bolsas, ainda que o cenário permaneça incerto.
Para os investidores, o despertar do mercado coincidiu com notícias de que Israel e Líbano concordaram com um cessar-fogo de dez dias, o que adicionou suporte ao humor de risco. O governo americano mantém o bloqueio naval a navios que circulam pelo Irã, prazo que pode permanecer vigente conforme as negociações avançam.
Entre as tolerâncias e incertezas, o calendário inclui a continuidade da temporada de balanços, com empresas apresentando resultados e perspectivas. Autoridades de defesa dos EUA sinalizaram disposição para reavaliar ações caso não haja progresso nas negociações, mantendo a vigilância sobre a região.
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