- O dólar à vista caiu 0,19%, fechando em R$ 4,9833, menor patamar desde 27 de março de 2024.
- Na semana, o recuo foi de 0,56%. A cotação oscilou entre R$ 4,9502 e R$ 4,9920.
- O euro comercial caiu 0,30%, para R$ 5,8642.
- O movimento de queda está relacionado ao alívio do risco global e à menor pressão dos preços do petróleo, que despencaram perto de 10%.
- No exterior, o dólar caiu frente ao florim húngaro, ao rand sul-africano e ao won sul-coreano, com o índice DXY em queda de 0,02% aos 98,195 pontos.
O dólar à vista recuou frente ao real, em um movimento mais contido diante de mercados globais mais calmos. O nível de petróleo caiu quase 10% na sessão, ajudando a aliviar a pressão sobre o câmbio brasileiro conforme a reabertura do Estreito de Ormuz elevou dúvidas sobre tensões no Oriente Médio.
Operadores apontaram que a menor pressão nos preços do petróleo foi determinante para a fraqueza do dólar no Brasil. As moedas mais sensíveis à commodity também apresentaram queda, refletindo o mesmo humor global menos tenso.
Encerrando as negociações, o dólar caiu 0,19%, a R$ 4,9833. Em relação à semana, houve baixa de 0,56%. A moeda oscilou entre R$ 4,9502 e R$ 4,9920 durante o dia. O euro comercial caiu 0,30%, para R$ 5,8642.
Desempenho global e câmbio externo
Perto das 17h10, o dólar caiu frente a outras moedas, como 0,85% ante o florim húngaro, 0,70% ante o rand sul-africano e 0,86% ante o won sul-coreano. O índice DXY, que mede a força do dólar, ficou estável, em 98,195 pontos.
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