- Banco Central Europeu (BCE) precisa permanecer vigilante aos riscos de inflação decorrentes da guerra envolvendo o Irã, sem agir com pressa.
- Não há sinais de impactos de segunda rodada na inflação até o momento.
- O BCE está em posição melhor do que em 2022 para lidar com a situação.
- Seria arriscado assumir que o choque energético será temporário e poderá ser completamente ultrapassado.
O BCE precisa manter vigilância sobre riscos de inflação decorrentes da guerra no Irã, afirmou Madis Muller, membro do Conselho de Governança do banco central. A avaliação segue diante de cenários de volatilidade nos mercados.
Apesar de não haver sinais até o momento de efeitos de segunda rodada sobre os preços, Muller apontou que o BCE está em posição melhor do que em 2022 para lidar com choques energéticos. O comentário reforça cautela diante de choques externos.
O presidente do banco central da Estônia alertou que seria perigoso considerar o choque de energia como temporário e plenamente contornável. A leitura sugere cautela na condução de política monetária diante de incertezas globais.
Segundo Muller, a responsabilidade é agir com prudência, evitando decisões apressadas sobre o ritmo de alta de juros. O discurso enfatiza a prioridade de monitorar sinais de inflação antes de qualquer ajuste significativo.
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