- O Ibovespa fechou em 196.818,60 pontos, queda de 0,46%, com Petrobras em alta (On 4,21%, PN 3,33%), Vale em baixa (1,27%) e Banco do Brasil (-1,11%).
- O dólar ficou estável, com leve alta de 0,01%, a R$ 4,99, em sessão de liquidez reduzida.
- O cessar-fogo de dez dias entre Israel e Líbano trouxe alívio momentâneo aos mercados, mas não aponta fim imediato ao conflito e não há definição de novas negociações EUA-Irã.
- No fora de ações, Brent caiu para US$ 96,36 (-3,05%) e WTI para US$ 91,32 (-3,56%); minério de ferro na bolsa de Dalian subiu 0,39% para US$ 114,11 por tonel.
- O Conselho Monetário Nacional aprovou linhas de crédito do BNDES de 15 bilhões de reais, sob o Plano Brasil Soberano, com juros de 2% a 8% ao ano, prazo de até cinco anos para capital de giro e até 20 anos para investimentos, com funcionamento em até trinta dias.
O Ibovespa encerrou o pregão de hoje em baixa, com realização de lucro após sucessivos recordes. O fechamento ficou em 196.818,60 pontos, queda de 0,46%. Destaques ficaram com Petrobras em alta, e Vale em queda.
A Petrobras subiu forte com a valorização do petróleo no mercado internacional. Petrobras ON avançou 4,21% e PN subiu 3,33%. A Vale recuou 1,27%, e Banco do Brasil caiu 1,11% no pregão.
No câmbio, o dólar encerrou estável, com leve alta de 0,01%, a R$ 4,99, após quatro quedas consecutivas, em ambiente de menor liquidez. No cenário externo, o cessar-fogo entre Israel e Líbano trouxe alívio, porém sem impacto definitivo.
Cenário externo
Os contratos futuros de petróleo recuaram após o anúncio do cessar-fogo. Brent junho caiu 3,05%, a US$ 96,36 o barril, e WTI maio recuou 3,56%, a US$ 91,32. O minério de ferro na China fechou em alta de 0,39%, a US$ 114,11/ton, com estoques portuários reduzidos.
Medidas do governo brasileiro
O Conselho Monetário Nacional aprovou novas linhas de crédito pelo BNDES, totalizando R$ 15 bilhões, dentro do Plano Brasil Soberano. O objetivo é proteger exportações em meio à volatilidade global. Juros variam entre 2% e 8% ao ano.
As linhas visam apoiar empresas afetadas por tarifas dos EUA e exportadores ligados ao Oriente Médio, com prazos de até 5 anos para capital de giro e até 20 anos para investimentos. A operação deve começar em até 30 dias.
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