- Juros futuros exibiram alívio tímido, acompanhando a queda do petróleo no exterior, mas o mercado doméstico permanece contido.
- A manhã desta sexta-feira trouxe ajuste de DI: janeiro de 2027 caiu de 14,045% para 14,03%.
- O DI para janeiro de 2028 recuou de 13,485% para 13,455%.
- O DI para janeiro de 2029 cedeu de 13,335% para 13,31%.
- O DI para janeiro de 2031 passou de 13,43% a 13,41%.
- No exterior, o Brent caiu mais de 3% e a taxa da T-note de dez anos recuou de 4,320% para 4,302%.
Os juros futuros apresentaram alívio nos prêmios de risco nesta sexta-feira, acompanhando o recuo dos preços do petróleo no exterior e a queda dos rendimentos globais. O movimento ocorre em meio à postura mais firme do Banco Central, associada ao megaleilão de títulos prefixados do Tesouro Nacional.
O mercado doméstico respondeu com recuo nos principais contratos. Por volta de 9h10, o DI para janeiro de 2027 caiu de 14,045% para 14,03%; o DI de janeiro de 2028 recuou de 13,485% para 13,455%; o DI de janeiro de 2029 caiu de 13,335% para 13,31%; e o DI de janeiro de 2031 passou de 13,43% para 13,41%.
Mercado doméstico
A influência da postura do BC e do megaleilão de títulos_prefixados_ do Tesouro Nacional repercute na curva de juros. As operações mostram dinâmica contida, ainda sob o impacto de sinalizações de política monetária mais rígidas.
Cenário internacional
Externamente, o Brent cedia mais de 3% diante da liquidez global. Nos EUA, o rendimento da T-note de 10 anos recuou de 4,320% para 4,302%, contribuindo para o movimento de alívio nos juros futuros brasileiros.
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