- O Ibovespa atingiu recordes em abril e acumula alta de mais de 22% neste ano.
- A Leblon Equities diz que a alta não foi exagero, refletindo uma “recuperaçãozinha” na alocação de ações brasileiras em portfólios globais.
- Segundo a casa, o fluxo estrangeiro não deixou as large caps caras; apenas reduziu a gordura existente nas ações.
- O sócio-fundador, Pedro Rudge, afirma que o Brasil “saiu de moda” desde 2021 e já foi mais relevante no portfólio do investidor global.
O Ibovespa atingiu recordes em abril, com alta acumulada de mais de 22% no ano. A Leblon Equities afirma que a elevação não foi um exagero, e sim reflexo de uma recuperação limitada da alocação em ações brasileiras nos portfólios globais.
Segundo o sócio-fundador Pedro Rudge, o fluxo estrangeiro não tornou as large caps caras, mas dissipou a gordura já existente nas ações. O efeito foi observado dentro de uma melhora gradual do cenário de mercados internacionais.
Rudge também aponta um movimento histórico: o Brasil deixou de ser tão relevante para investidores globais desde 2021. O país já ocupou posições mais significativas no portfólio de grandes clientes globais, antes de retirar parte da exposição.
A leitura da Leblon é de que a recuperação de ativos brasileiros ocorreu em um contexto de aperto seletivo no exterior, sem que haja, segundo a gestão, distorção absurda nos valuations das ações de maior peso no Ibovespa.
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