- Programa de renegociação de dívidas está pronto para ser lançado na volta do presidente Lula, que está na Espanha.
- Não haverá gasto primário nesse programa.
- A ideia é mobilizar a garantia para que os bancos concedam descontos e, em seguida, refinem as dívidas a juros menores.
- O governo deve usar recursos do Fundo Garantidor de Operações como garantia para viabilizar deságios maiores.
- Público-alvo inclui quem ganha até cinco salários mínimos, com dívidas que estão mais de sessenta ou noventa dias atrasadas; modelos para famílias, trabalhadores informais e pequenas empresas podem ser anunciados separadamente.
O ministro da Fazenda, Durigan, afirmou em Washington que o programa de renegociação de dívidas está pronto para ser anunciado assim que o presidente Lula retornar ao Brasil. Lula participa de reuniões na Espanha no momento.
Durigan disse que o objetivo é mobilizar garantias para permitir descontos e refinanciar a dívida diminuída a juros mais baixos, sem impacto no gasto primário do governo.
Segundo o Ministério, o governo pode utilizar recursos do Fundo Garantidor de Operações (FGO) para viabilizar descontos maiores. A ideia é oferecer benefícios a quem ganha até cinco salários mínimos.
A medida mira dívidas com mais de 60 ou 90 dias de atraso, abrangendo rotativos de cartão, cheque especial e crédito pessoal sem consignação. A proposta busca facilitar migração para linhas mais baratas.
O governo trabalha em modelos de renegociação para diferentes perfis: famílias, trabalhadores informais e pequenas empresas. Durigan esclareceu que as ações devem ser anunciadas separadamente, conforme o público-alvo.
Entre na conversa da comunidade