- A Meta anunciará a 1ª onda de demissões em 20 de maio de 2026, com cerca de 8.000 funcionários demitidos, equivalentes a 10% da força de trabalho global.
- Novos cortes estão previstos para o 2º semestre de 2026, sujeitos a avanços na área de inteligência artificial.
- As demissões de 2026 serão as mais expressivas desde a reestruturação de fim de 2022 e início de 2023, que eliminou cerca de 21 mil postos.
- As ações da Meta subiram 3,6% desde o início de 2026, mas permanecem abaixo da máxima histórica de 2025, em linha com o investimento em IA.
- Dados do setor apontam, até agora em 2026, 73.212 demissões no ramo de tecnologia segundo o monitoramento Layoffs.fyi, com cortes relevantes em empresas como Amazon e Block.
A Meta irá promover a primeira rodada de demissões em 2026, com corte previsto para 20 de maio. Serão cerca de 8.000 funcionários, equivalente a 10% da sua força de trabalho global. A informação foi veiculada por repórteres da Reuters, Katie Paul e Jeff Horwitz.
A empresa sinaliza que novos cortes podem ocorrer no segundo semestre, dependendo de avanços na área de inteligência artificial. Em fevereiro, a Reuters havia reportado planos para demitir 20% ou mais do quadro global.
As demissões de 2026 representam as mais expressivas desde a reestruturação de 2022/2023, quando aproximadamente 21 mil postos foram extintos. A Meta tem investido pesado em IA, buscando ganhos de eficiência para sustentar o crescimento.
A Meta, controladora de Facebook, Instagram e WhatsApp, vem reorganizando equipes e consolidando atividades em uma área dedicada ao desenvolvimento de agentes de IA. O objetivo é acelerar projetos tecnológicos internos.
No cenário setorial, grandes empresas de tecnologia continuam ajustando quadro de funcionários para aumentar eficiência. A Amazon reduziu 30 mil postos corporativos nos últimos meses, e a fintech Block demitiu quase metade de seus trabalhadores, conforme monitoramento de mercado.
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