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Ações de tecnologia impulsionam o S&P 500 com ganhos de US$ 4 trilhões

Tecnologia impulsiona o S&P 500; sete megacap(s) somam quase US$ 4 trilhões em valorização, mantendo o índice em alta diante de incertezas globais

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  • Desde 30 de março, o S&P 500 voltou a crescer com o setor de tecnologia, que subiu cerca de 20% após ser o pior grupo.
  • As Sete Magníficas — Nvidia, Amazon, Microsoft, Broadcom, Alphabet, Meta e Apple — somaram cerca de US$ 4 trilhões em valor de mercado em semanas.
  • A Microsoft aparece como ação mais emblemática da recuperação, com alta de 19% após recuo de 34% desde o pico de 28 de outubro.
  • Mais da metade do ganho recente do S&P 500 veio dessas sete empresas, segundo dados compilados pela Bloomberg.
  • Apesar da recuperação, analistas ressaltam que o movimento é difícil de atribuir a fundamentos únicos; há cautela com gastos de IA e perspectiva de lucro das big techs permanece significativa para o setores e para o índice.

Desde o fechamento de 30 de março de 2026, o setor de tecnologia recuperou posições no S&P 500, passando de o pior grupo para o melhor do índice. O saldo é de alta de 20% nas ações das Sete Magníficas no período, após queda de 17% desde o pico de outubro.

As ações da Microsoft aparecem como os destaques da reviravolta, com ganho de 19% desde a mínima de 27 de março, quando recuou 34% desde o pico de 28 de outubro. Analistas apontam que o desempenho de tecnologia sustenta o avanço do índice em meio a volatilidade global.

Mais da metade da recente alta do S&P 500 tem origem em sete empresas — Nvidia, Amazon, Microsoft, Broadcom, Alphabet, Meta e Apple. Juntas, elas adicionaram cerca de US$ 4 trilhões em valor de mercado em poucas semanas, segundo dados da Bloomberg.

Essa reversão é descrita por gestores como rápida e em parte de reposicionamento de portfólios. Em termos de fundamentos, o movimento ocorre mesmo com pouca alteração nas perspectivas das empresas nesse intervalo curto, diante de geopolítica tensa e equilíbrio de inflação.

Mercados seguem monitorando fatores externos, como a tensão no Oriente Médio e a evolução do gasto de capital em tecnologia. O petróleo permanece alto, mas o S&P 500 e o Nasdaq 100 atingiram recordes recentemente, mantendo o impulso para o setor tecnológico.

Desempenho recente e avaliação

O estrategista Ohsung Kwon destaca que a tecnologia tem impulsionado o desempenho do S&P 500, especialmente as hiperescaladoras que fornecem infraestrutura de IA. Caso esse grupo mantenha o ritmo, o índice pode sustentar ganhos futuros.

A recuperação surge após um período de fraqueza para o setor, que liderou o mercado durante a maior parte do ciclo de alta recente. O medo quanto aos gastos de capital com tecnologia já provocou saídas de fundos de hedge, elevando a atratividade das ações de tecnologia.

As avaliações ficaram mais acessíveis: excluindo a Tesla, as Sete Magníficas estão em cerca de 24 vezes o lucro projetado, frente a 29 vezes em outubro. O S&P 500 está em torno de 21 vezes.

Analistas veem potencial de crescimento de lucros para as grandes tecnologia, com previsões de 19% neste ano para as Sete Magníficas, ante 17% para o restante do S&P 500. Em 2027, o crescimento projetado para o grupo sobe para 22%.

Mesmo com a demanda por IA e investimentos elevados, alguns gestores ressaltam que as empresas continuam lucrativas e geram caixa relevante. A narrativa atual aponta para uma posição defensiva do setor, com fundamentos robustos para sustentar ganhos.

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