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Conflito no Oriente Médio eleva custos de voos e reduz oferta mundial

Guerra no Oriente Médio eleva o preço do petróleo e reduz a oferta de voos, com risco de falta de combustível de aviação na Europa nas próximas semanas

Documento em análise na Câmara dos Deputados foi assinado em 2023, em Brasília
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  • A guerra no Oriente Médio e o bloqueio do Estreito de Ormuz reduzem o fornecimento global de petróleo, impactando custos e disponibilidade de voos.
  • A chefe da Agência Internacional de Energia alerta que países europeus podem ficar sem combustível de aviação em cerca de seis semanas, pressionando as companhias a reduzir oferta de voos.
  • O preço do querosene de aviação subiu de US$ 99 por barril no fim de fevereiro para até US$ 209 por barril no início de abril, levando as empresas a aumentar tarifas e taxas.
  • A Air Canada planeja suspender voos para o aeroporto internacional John F. Kennedy, em Nova York, de 1º de junho a 25 de outubro, para reduzir custos com combustível; outras companhias também ajustam rotas e preços.
  • Analistas afirmam que é difícil prever evoluções no curto prazo e que os preços devem permanecer altos até que as condições se normalizem; o Irã fechou novamente o tráfego pelo Estreito no sábado em retaliação a ações dos EUA.

À medida que a guerra no Oriente Médio e o recuo no Estreito de Ormuz reduzem o fornecimento global de petróleo, viajantes enfrentam maior custo e menor disponibilidade de voos. A estimativa é de que o combustível de aviação possa faltar na Europa em poucas semanas, segundo a AIE. O impacto é visto nas tarifas e na programação das companhias.

O aumento do preço do querosene elevou custos para operadoras e transportadoras que voam para a Europa. O preço do combustível subiu de cerca de US$ 99 por barril no fim de fevereiro para até US$ 209 no início de abril, pressionando bilhetes e serviços.

Ações específicas de companhias mostram o peso do cenário. A Air Canada planeja suspender voos para o JFK entre 1º de junho e 25 de outubro para reduzir gastos com combustível. Outras aéreas já reduziram rotas e elevaram tarifas ou alertaram sobre aumentos se a oferta de petróleo for prejudicada.

A rede global de voos também responde. United, Delta, Air France-KLM, SAS, Philippine Airlines e Cathay Pacific anunciaram cortes de rotas ou ajustes de preço em função da incerteza no suprimento de petróleo pelo Estreito de Ormuz. Analistas de imprensa destacam dificuldade de previsões em um ambiente volátil.

No sábado (18), o Irã voltou a bloquear a navegação no Estreito como retaliação à manutenção do bloqueio naval. O episódio intensifica a incerteza sobre o fluxo de petróleo e pode prolongar a elevação de custos para o setor aéreo.

Este conteúdo foi traduzido com apoio de IA e revisado pela equipe editorial do Estadão. Fontes citadas incluem a Associated Press para avaliação de previsões e impactos, com informações adicionais do portal de notícias.

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