- O secretário de Energia dos Estados Unidos, Chris Wright, afirmou que os preços da gasolina podem permanecer acima de US$ 3 por galão até o próximo ano, mesmo tendo atingido o pico.
- O preço médio de um galão de gasolina comum no domingo era de US$ 4,05, ante US$ 3,16 há um ano, segundo a AAA.
- Funcionários do governo divergiram sobre quando os preços caírem; o secretário do Tesouro, Scott Bessent, projetou queda para US$ 3 por galão em meados do ano, enquanto Wright apontou um prazo mais longo.
- Wright disse que, com a resolução do conflito no Oriente Médio, os preços devem recuar, mas não há confirmação de data.
- O cessar-fogo de dez dias entre EUA e Irã foi anunciado, mas Trump acusou o Irã de violá-lo com ataques no Estreito de Ormuz, enquanto autoridades dos EUA buscam novas negociações.
O secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, afirmou neste domingo que os preços da gasolina atingiram o pico, mas devem permanecer acima de US$ 3 por galão até o próximo ano. A declaração era feita em entrevista de TV.
A pressão sobre os combustíveis acompanha o conflito entre EUA, Israel e Irã, que influencia o mercado global. Autoridades públicas avaliam diferentes cenários para o recuo dos preços conforme o desfecho do conflito.
Dados da AAA indicam que, neste domingo, o preço médio de um galão de gasolina comum era de US$ 4,05, frente a US$ 3,16 há um ano. A volatilidade persiste diante da tensão no Oriente Médio.
Impacto nos preços e cenários
A previsão de Wright é de que, mesmo com indicativos de queda, a gasolina pode levar tempo para recuar para patamar próximo de US$ 3 por galão. A dependência de importações e as medidas de contenção do conflito ajudam a explicar a trajetória.
Perspectivas oficiais e negociações
Na semana recente, houve divergência entre autoridades sobre o ritmo de queda dos preços. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, indicou recuperação mais rápida para meados do ano, enquanto Wright projeta janela mais ampla para esse movimento. O governo continua avaliando impactos em consumidores e mercados.
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