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AFME exorta Bruxelas pela união bancária e igualdade de condições

AFME pressiona Bruxelas pela conclusão da união bancária e por regras mais simples e harmonizadas, buscando igualdade competitiva global para bancos europeus

Imagen de archivo de la sede de la Comisión Europea.
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  • A AFME pediu a Bruxelas urgência para culminar a união bancária, em resposta à Consulta da Comissão Europeia sobre Competitividade do Setor Bancário da UE.
  • O lobby aponta a necessidade de normas modernas, simplificadas e harmonizadas a nível mundial para que os bancos europeus compitam globalmente e financiem o crescimento.
  • Defende a livre circulação de capital e liquidez dentro dos grupos bancários da UE, além de facilitar a consolidação e eliminar barreiras não prudenciais.
  • Reforça que igualdade de condições competitivas globalmente e alinhamento com Basileia são prioritários, para evitar regras excessivamente severas apenas na UE.
  • Considera o atual marco de governança interna extremamente complexo e cobra uma reforma real para simplificar o regulamento, sem desregular, ajudando o mercado único bancário.

A Associação para os Mercados Financieros na Europa (AFME) pediu a Bruxelas que conclua a união bancária, destacando a urgência de um marco regulatório mais simples e harmonizado. A demanda foi feita em resposta à Consulta Específica sobre a Competitividade do Sector Bancário da União Europeia, da Comissão Europeia.

Para a AFME, a conclusão da união bancária é essencial para que o capital e a liquidez circulem livremente entre grupos bancários dentro da UE. O objetivo é facilitar consolidações e reduzir barreiras não prudenciais que limitam escala, eficiência e competitividade.

O lobby afirma que a igualdade de condições competitivas a nível global deve ser prioridade, alinhando-se a padrões de Basileia. Segundo a AFME, bancos europeus precisam competir sem normas excessivamente restritivas apenas aplicáveis à UE.

Adam Farkas, CEO da AFME, afirmou que o marco regulatório interno atual é excessivamente complexo e por vezes vai além do necessário para a gestão de riscos. A entidade defende simplificação para impulsionar o mercado único e a inovação.

A AFME sustenta que não se trata de desregululação, mas de tornar o sistema regulatório mais ágil e compatível com o ambiente global. A organização reforça que o relatório da Comissão sobre competitividade deve visar reformas reais.

Por fim, a associação enfatiza que a reforma deve apoiar a resiliência e a prosperidade de longo prazo do setor bancário europeu, sem abrir mão de padrões prudenciais necessários. A posição visa tornar as instituições europeias mais competitivas internacionalmente.

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