- O presidente em exercício da República, Geraldo Alckmin, destacou a viagem de Lula à Espanha, Alemanha e Portugal antes da entrada em vigor, em 1º de maio, do acordo Mercosul-União Europeia.
- Em 1º de maio entra em vigor a vigência provisória do acordo, com imposto zerado para quase cinco centenas de produtos brasileiros exportados para a União Europeia e redução tarifária para outros ao longo dos anos.
- Segundo Alckmin, o acordo representa um “ganha-ganha” para o Brasil, ampliando as exportações e estimulando a competitividade, uma vez que a UE é o segundo maior parceiro do país.
- O caminho para a divulgação do mercado brasileiro e de biocombustíveis, especialmente durante a Feira de Hannover, também foi ressaltado pelo vice-presidente.
- O acordo é descrito como o maior acordo comercial entre blocos do mundo, com um mercado estimado em cerca de 22 trilhões de dólares.
Geraldo Alckmin, presidente em exercício, ressaltou nesta segunda-feira a importância da viagem do presidente Lula à Europa, como preparação para a vigência do acordo Mercosul-União Europeia em 1º de maio. O objetivo é ampliar o comércio entre os blocos e estimular a competitividade brasileira.
Alckmin explicou que, a partir de 1º de maio, cerca de 500 produtos nacionais terão tarifas zeradas ou reduzidas junto à UE, ampliando as exportações brasileiras. Ele destacou que o acordo representa ganho para o país e para a sociedade, com a abertura de mercado e maior integração econômica.
A declaração ocorreu no contexto da preparação da visita de Lula à Espanha, à Alemanha e a Portugal, antes da implantação da vigência provisória do acordo. O vice-presidente citou a importância de divulgar o potencial brasileiro no cenário europeu e, ainda, de destacar os biocombustíveis do Brasil na ocasião.
Viagem e impactos econômicos
Segundo Alckmin, o acordo Mercosul-UE é considerado o maior acordo comercial entre blocos globais, com um mercado estimado em US$ 22 trilhões. A viagem de Lula, mencionada pelo vice, visa evidenciar as oportunidades para produtores e indústrias brasileiras.
O posicionamento também aponta para benefícios mútuos: a União Europeia poderá adquirir insumos e bens brasileiros a preços competitivos, enquanto o Brasil espera ampliar a presença de seus produtos no mercado europeu. A parceria é apresentada como incentivo à competitividade nacional.
A agenda de divulgação inclui a participação em feiras e encontros setoriais, com ênfase nos biocombustíveis. A iniciativa busca ampliar a visibilidade do Instituto Nacional de Tecnologia Industrial e de programas de inovação, responsáveis pela qualidade de exportações brasileiras.
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