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Expansão de um império do chá no Brasil amplia mercado e consumo

Leão amplia produção de chá no Paraná com investimento de R$ 100 milhões até 2030, dobrando capacidade em duas fábricas sob Coca‑Cola

Vista aérea da unidade fabril da Leão em Fazenda Rio Grande, região metropolitana de Curitiba (PR): empresa opera duas fábricas no Paraná e planeja investir R$ 100 milhões até 2030. (Foto: Divulgação/Leão)
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  • A Leão Alimentos e Bebidas, controlada pela Coca-Cola desde 2007, pretende dobrar de tamanho até o fim da década, com foco no crescimento do consumo de chás no Brasil.
  • A empresa anunciou um ciclo de investimentos de capex de R$ 100 milhões até 2030, sendo 60% destinados à modernização de equipamentos e 40% à ampliação da capacidade produtiva.
  • O novo investimento vem após a aplicação de R$ 60 milhões nos últimos quatro anos na mesma estrutura.
  • Fundada há 125 anos em Curitiba, a Leão opera duas fábricas no Paraná.
  • O CEO Marcelo Corrêa afirmou à Bloomberg Línea que o Brasil tem um grande mercado promissor ainda a se desenvolver.

A Leão Alimentos e Bebidas, controlada pela Coca-Cola desde 2007, entra em um novo ciclo de expansão no Brasil. A empresa, criada há 125 anos em Curitiba, planeja dobrar seu tamanho até o fim da década, com foco no chá, carro-chefe da marca.

A companhia anunciou um programa de capex de 100 milhões de reais até 2030. Serão 60% destinados à modernização de equipamentos e 40% à ampliação da capacidade produtiva, mantendo o objetivo de atender o aumento do consumo de chás no país.

O investimento vem após a aplicação de 60 milhões de reais nos últimos quatro anos na mesma estrutura, que já opera duas fábricas no Paraná, incluindo a unidade de Fazenda Rio Grande. O planejamento indica ganhos de eficiência e maior dinamismo na produção.

Segundo o CEO Marcelo Corrêa, o Brasil tem mercado promissor ainda por desenvolver, o que sustenta o plano de expansão da empresa no setor de bebidas à base de chá. A estratégia visa ampliar a participação da marca diante da demanda interna.

No radar dos mercados

O petróleo operava em alta, pressionando ações e títulos americanos após o fim de semana tenso no Oriente Médio, com dúvidas sobre o cessar-fogo. O Brent subiu, impulsionado pela primeira apreensão de embarcação iraniana pelo estreito de Ormuz.

As emissões de títulos de emergentes voltaram a ganhar fôlego, com volumes em dólares e euros de países em desenvolvimento superando, neste mês, o total de abril do ano anterior, segundo dados da Bloomberg.

A Revolut sinalizou planos de IPO em dois anos, com o anúncio de que a oferta pode ocorrer apenas em 2028, conforme declaração do CEO Nik Storonsky a Bloomberg TV.

  • Abertura de mercados: Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq registraram altas na sexta-feira passada, com variações moderadas.

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