- Um pequeno grupo de caminhoneiros continua a paralisar as exportações de grãos no porto de Quequén.
- A paralisação persiste mesmo após a maioria do setor aceitar novas tarifas, após mais de uma semana de greve.
- Mais de trinta navios ficaram esperando, com entre 700.000 e 1,5 milhão de toneladas de grãos retidas há mais de duas semanas.
- Câmaras nacionais de caminhoneiros aprovaram tarifas de referência entre 15 e 17 de abril para reduzir os custos.
- Em Bahia Blanca as operações se normalizaram com apoio das forças de segurança, mas Quequén manteve o bloqueio; Rosário não foi afetado.
Um pequeno grupo de caminhoneiros continua a bloquear as exportações de grãos no porto de Quequén, na Argentina, segundo a câmara de portos do país. A ação ocorre mesmo com a aceitação, pela maioria do setor, de novas tarifas após uma greve que durou mais de uma semana.
Estima-se que mais de 30 navios aguardem descarregar, com entre 700.000 e 1,5 milhão de toneladas de grãos retidas há mais de duas semanas. O objetivo da paralisação não foi detalhado pela câmara, que ressalta a continuidade do movimento em Quequén.
A maioria das câmaras nacionais de caminhoneiros havia concordado, entre 15 e 17 de abril, com tarifas de referência para compensar os aumentos de custo. Em Bahía Blanca, as operações se normalizaram com apoio das forças de segurança, mas alguns caminhoneiros de Quequén mantêm o bloqueio.
As operações na área portuária de Rosário, responsável por movimentar mais de 80% das exportações de grãos da Argentina, não foram afetadas pela paralisação.
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