- Ibovespa subiu 0,20%, para 196.132 pontos, com o avanço de ações ligadas ao petróleo; o dólar fechou a R$ 4,97.
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- Brent avançou 4,65%, para US$ 94,58 o barril; BRAV3 subiu 4,35%, PETR3 teve alta de 1,83% e PETR4 aumentou 1,73%.
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- Tráfego no Estreito de Ormuz ficou paralisado novamente, três dias após o Irã anunciar a reabertura; EUA apreenderam embarcações iranianas e o Irã intensificou o controle na hidrovia.
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- Investidores permanecem atentos às negociações entre EUA e Irã, com incertezas sobre o desfecho; o presidente Donald Trump afirmou que é improvável estender o cessar-fogo, que vence na quarta-feira.
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- Nos EUA, os principais índices fecharam em queda: Dow Jones (-0,01%), S&P 500 (-0,24%) e Nasdaq (-0,26%).
O Ibovespa encerrou em alta nesta segunda-feira, impulsionado por ações ligadas ao petróleo. O clima de aversão a risco global, diante de novas tensões entre EUA e Irã, sustentou ganhos na sessão. O índice subiu 0,20%, fechando aos 196.132 pontos.
O petróleo Brent teve alta de cerca de 4,65%, negociado a US$ 94,58 o barril, com a Petrobras entre as maiores contribuindo para o desempenho positivo das petroleiras no Ibovespa. Petrobras PETR3 encerrou com ganho de 1,83%, PETR4 subiu 1,73%. Brava BRAV3 avançou 4,35%.
O dólar caiu 0,18%, cotado a R$ 4,97. O dia ficou marcado pela paralisação do tráfego no Estreito de Ormuz, uma das rotas de abastecimento global, após ações envolvendo o Irã e os EUA. O estreito havia sido reaberto dias antes, mas voltou a ficar sob tensão.
Paralelamente, no fim de semana, a Marinha dos EUA apreendeu um cargueiro iraniano perto de Jask, no Mar de Omã. Em resposta, o Irã reforçou o controle sobre a hidrovia, elevando a incerteza sobre o fluxo de petróleo pela região.
Nos EUA, principais índices fecharam em baixa: Dow Jones -0,01%, S&P 500 -0,24% e Nasdaq -0,26%. Analistas destacam que, apesar de o pessimismo ter aumentado, há expectativa de uma solução de curto prazo para restabelecer o fluxo de energia global.
A direção dos mercados permanece atenta a negociações entre os dois países, com divergências sobre questões nucleares e o controle do Estreito de Ormuz. A volatilidade deve continuar enquanto não houver acordo claro.
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