- Kevin Warsh, ex-diretor do Federal Reserve, é indicado por Donald Trump para presidir a instituição.
- Em sabatina no Comitê Bancário do Senado, afirmou que a inflação ainda é um legado da pandemia e defende reformas estruturais.
- Propõe um novo regime de inflação, uso diferente das ferramentas do Fed e novas formas de comunicação.
- Defendeu a independência da política monetária e disse que as decisões devem mirar o interesse da nação, sem pressão política.
- Ao ser questionado sobre cortes de juros, afirmou que presidents costumam defender isso, mas a decisão é do Fed.
- Conteúdo originalmente publicado no Valor PRO.
Kevin Warsh, ex-diretor do Federal Reserve e indicado por Donald Trump para presidir o Fed, afirmou nesta terça-feira que a inflação persistente ainda é um desafio para os americanos. Em sabatina no Comitê Bancário do Senado, ele defendeu reformas estruturais para enfrentar o legado da inflação da pandemia.
O indicante disse que é necessário um novo regime de inflação, junto com o uso reformulado das ferramentas do Fed e novas formas de comunicação. Segundo ele, um Federal Reserve orientado a reformas pode fazer diferença real para o povo.
Warsh destacou a importância da independência da política monetária e garantiu que os formuladores devem agir no interesse da nação. Ele minimizou sinais de pressão política, reforçando que a independência não está sob ameaça.
Ao ser questionado sobre a possibilidade de defesa de cortes de juros por Trump, Warsh afirmou que presidents costumam defender reduções, mas ressalvou que a decisão cabe ao Fed e não ao presidente.
A sabatina ocorreu no atual cenário de avaliação de nomes para a presidência da autarquia. A proposta de Warsh gira em torno de mudanças estruturais para tornar a política monetária mais eficiente diante da inflação ainda presente.
Este conteúdo foi originalmente publicado no Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor.
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