- A Justiça de São Paulo concedeu liminar que impede o Casino de vender ações do GPA, controladora do Pão de Açúcar, citando risco de esvaziamento do patrimônio.
- A decisão foi tomada após o GPA entrar com ação contra o Casino, que tentou vender ações de forma unilateral.
- A liminar ainda determina que o Casino não possa tomar decisões que afetem o controle do GPA sem autorização judicial.
- O Casino está em recuperação judicial na França desde 2019 e busca desinvestir para levantar recursos e quitar dívidas.
- O objetivo da decisão é manter a estabilidade do GPA no Brasil e proteger credores e a continuidade das operações.
Fonte: Folhapress
O Grupo Pão de Açúcar obteve uma liminar na Justiça de São Paulo para impedir a venda de ações da GPA pelo grupo francês Casino. A decisão ocorreu após o Casino tentar vender ações de forma unilateral, enquanto enfrenta recuperação judicial na França.
Segundo o juiz, há risco de esvaziamento do patrimônio do GPA, o que poderia prejudicar credores e a continuidade da empresa brasileira. A liminar também determina que o Casino não pode tomar decisões que afetem o controle do GPA sem autorização judicial.
O Casino está em recuperação judicial na França desde 2019, buscando se desobrigar de compromissos relacionados ao GPA. A medida busca preservar a estabilidade do GPA, que é controlada pelo Grupo Pão de Açúcar, subsidiária do Casino, e evitar mudança no controle sem chancela judicial.
O GPA, uma das maiores redes de supermercados do Brasil, atua sob a supervisão do GPA e do Grupo Pão de Açúcar. A decisão reforça a cautela sobre operações que possam comprometer o patrimônio ou a governança da companhia brasileira.
Decisão e impactos
A liminar impede qualquer desdobramento que possa alterar a estrutura acionária do GPA sem autorização judicial. A ação foi movida pelo GPA contra o Casino, que pretendia alienar participação na empresa brasileira. Ainda não há confirmação de novas medidas legais, e o caso permanece em tramitação.
O Casino continua buscando soluções para a recuperação judicial na França, enquanto o GPA busca manter autonomia e estabilidade no Brasil, assegurando o cumprimento de seus compromissos com credores.
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