- Por volta das 9h55, o Brent para junho caiu 0,61%, a US$ 94,90 por barril, e o WTI para maio recuou 0,26%, a US$ 83,72 por barril.
- Os preços acompanham a expectativa sobre negociações entre Estados Unidos e Irã para um cessar‑fogo no Oriente Médio; o prazo de suspensão dos combates termina amanhã, e a não prorrogação pode elevar tensões e influenciar o petróleo.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o vice‑presidente está pronto para nova rodada de negociações, mas afirmou que retomará operações militares se não houver acordo com o Irã; o Parlamento iraniano afirmou não aceitar negociações sob ameaça.
- O Commerzbank destacou que a China não interrompeu completamente suas exportações de derivados em março, atingindo 4,6 milhões de toneladas, cerca de 20% a mais que fevereiro.
- A instituição observa que a proibição de exportação chinesa entrou na metade de março e houve exceções para Hong Kong e Macau; mesmo assim, houve elevação em março em relação a fevereiro, possivelmente antecipando volumes antes da proibição.
O petróleo teve leve queda nesta sexta-feira, com o mercado atento a negociações entre EUA e Irã sobre um cessar-fogo no Oriente Médio. O prazo para a suspensão dos confrontos termina amanhã, o que pode aumentar as tensões e influenciar os preços. O Brent e o WTI recuam mesmo diante de sinais mistos sobre possíveis acordos.
Por volta de 9h55, o Brent para junho operava em queda de 0,61%, a 94,90 dólares por barril. O WTI para maio caía 0,26%, para 83,72 dólares por barril. Fortes incertezas sobre a região seguem como elemento-chave de volatilidade.
Donald Trump afirmou que o vice-presidente JD Vance está pronto para nova rodada de negociações, mas sinalizou que retomar as operações militares ocorreria caso não haja acordo com o Irã. Do lado iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf disse que o país não aceita negociações sob ameaças.
Nesta manhã, o Commerzbank destacou que temerosas hipóteses sobre interrupção total das exportações da China não se confirmaram. A instituição aponta que, em março, as exportações de derivados de petróleo somaram 4,6 milhões de toneladas, cerca de 20% acima de fevereiro.
O banco reforça que a proibição de exportação entrou em vigor apenas na metade de março e houve exceções, como o abastecimento a Hong Kong e Macau. Ainda assim, as exportações ficaram acima do mês anterior, o que surpreende diante da alta de preços.
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