- Santander defende a criação de um fórum setorial para analisar incidentes cibernéticos, como ataques hacker, no sistema financeiro.
- O BC elevou os níveis mínimos de capital para fintechs, reforçou políticas de cibersegurança e atua mais sobre os elos intermediários do sistema.
- Participantes do setor e reguladores adotaram providências para aumentar os controles diante de incidentes recentes.
- Ainda assim, segundo o Santander, é possível ampliar a cooperação e a transparência no enfrentamento de ataques cibernéticos.
- A visão é compartilhada por Leandro Ferreira Granja, chefe de segurança da informação do Santander.
O sistema financeiro nacional enfrentou uma série de incidentes cibernéticos nos últimos meses, levando participantes e reguladores a reforçar controles. A medida visa reduzir vulnerabilidades e ampliar a resposta a eventuais ataques.
O Banco Central elevou os níveis mínimos de capital para fintechs, reforçou políticas de cibersegurança e intensificou a supervisão sobre elos intermediários do sistema financeiro. Essas ações buscam tornar o ambiente mais resiliente frente a ataques.
Apesar das mudanças, o setor aponta que ainda é possível ampliar a cooperação e a transparência na gestão de incidentes, com foco em maior integração entre instituições e reguladores. O objetivo é melhoria contínua na prevenção e na resposta a incidentes.
Proposta de fórum setorial
Leandro Granja, chefe de segurança da informação do Santander, defende a criação de um fórum setorial para analisar incidentes como ataques hacker. A iniciativa seria referência para compartilhamento de evidências e lições aprendidas entre participantes.
Segundo o executivo, o fórum permitiria consolidar procedimentos de resposta e reduzir lacunas entre bancos, fintechs e reguladores. A ideia é fortalecer a coordenação e acelerar a tomada de decisões em situações de crise.
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