- A Caixa começou a operar as novas condições do Programa Minha Casa, Minha Vida, aprovadas pelo FGTS e regulamentadas pelo Ministério das Cidades.
- O programa passou a atender famílias com renda mensal de até 13 mil reais, ampliando o alcance da classe média.
- Os tetos de financiamento subiram: até 400 mil reais na Faixa 3 e até 600 mil na Classe Média; Faixas 1 e 2 mantêm limites regionais de até 275 mil.
- Famílias podem fazer simulações e contratar pelo site da Caixa ou pelo aplicativo Habitação Caixa.
- A Caixa afirma que as mudanças permitem reenquadrar famílias em faixas com condições de financiamento mais vantajosas, com redução de pelo menos 0,25 ponto percentual na taxa de juros.
A Caixa Econômica Federal começou a operar, nesta quarta-feira (22), com as novas regras do Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), aprovadas pelo FGTS e regulamentadas pelo Ministério das Cidades. O objetivo é ampliar o acesso ao financiamento habitacional.
As mudanças elevam a renda mínima para 13 mil reais mensais, estendendo o benefício à classe média. Também houve reajuste nos tetos de imóveis financiáveis: até 400 mil reais para a Faixa 3 e até 600 mil reais para a Classe Média. As Faixas 1 e 2 mantêm limites regionais de até 275 mil.
As famílias podem simular financiamentos pelo site da Caixa ou no aplicativo Habitação Caixa e seguir com a contratação, já conforme as novas regras.
Novos limites e acesso
Com as alterações, o programa possibilita reenquadrar famílias em faixas com condições mais vantajosas e taxas menores, conforme a Caixa. A redução da taxa de juros pode chegar a pelo menos 0,25 ponto percentual, impactando o custo total do financiamento.
A presidência da Caixa ressalta que a atualização amplia o conjunto de imóveis aptos ao financiamento e mantém o caráter social do programa, com condições diferenciadas para quem tem menor renda.
A vice-presidência de Habitação enfatiza que as mudanças acompanham a realidade das famílias e do mercado, ampliando o acesso à moradia e fortalecendo a política pública para reduzir o déficit habitacional.
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