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Camas na classe econômica ganham espaço após beliches e sofás na mesma fileira

Air New Zealand inaugura cápsulas Skynest em Auckland–Nova York, oferecendo descanso privativo por US$ 495 durante o trecho de longa distância na econômica

Skynest tem colchão, travesseiro, roupa de cama, entrada USB e cortina
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  • A Air New Zealand vai estrear as cápsulas de dormir Skynest em voos entre Auckland e Nova York, rota de cerca de 14.500 quilômetros, a partir de novembro.
  • Cada cápsula permite aproximadamente quatro horas de descanso e custa US$ 495, além de uma passagem de ida na classe econômica, que fica em torno de US$ 900.
  • As cápsulas têm colchão, cobertor, travesseiro, cinto de segurança, entradas USB e cortina, medem cerca de 2 metros e acomodam até seis passageiros por vez.
  • As cápsulas substituirão cinco assentos na nova Boeing 787-9 da companhia, que terá configuração ampliada de classe premium e 120 assentos na econômica.
  • Reservas abrem em 18 de maio para viagens a partir de novembro; poderá haver opção para quem já estiver no voo reservar horário disponível, se houver vagas. Além disso, outras companhias, como United Airlines, Vietnam Airlines e Azul, estudam opções semelhantes para a econômica.

A Air New Zealand lançará cápsulas de dormir em voos de longa duração, batizadas de Skynest. A iniciativa envolve beliches privativos na classe econômica para voos entre Auckland e Nova York, com duração de cerca de 14h a 15h. A ideia é oferecer repouso sem exigir upgrade para a executiva.

As cápsulas ficam em uma área dedicada, divididas para seis passageiros por vez. Cada unidade tem colchão, cobertor, travesseiro, cinto de segurança, entradas USB e cortina de privacidade. O espaço tem aproximadamente 2 m de comprimento por cápsula.

A primeira implementação ocorrerá na rota Auckland-Nova York, com voos de cerca de 14.500 km. Os assentos econômicos tradicionais serão reduzidos; a aeronave Boeing 787-9 contará com 120 assentos na econômica e maior oferta de classe premium.

A reserva das cápsulas abre em 18 de maio para viagens a partir de novembro. Passageiros já a bordo poderão, conforme disponibilidade, escolher horários para cochilos sem precisar descer do avião.

Objetivo da companhia é ampliar a experiência de sono dos passageiros em rotas longas e noturnas. A diretoria afirma que a localização geográfica da empresa favorece a aposta em soluções de descanso diferenciadas para quem viaja nessa rota.

Outras companhias já exploram formatos semelhantes. A United Airlines anunciou, recentemente, o Relax Row para 2027. Empresas como Vietnam Airlines e Azul também testam versões de fileiras que viram camas na econômica.

A iniciativa da Air New Zealand segue a tradição da empresa de investir em conforto em voos de longa distância desde 2011, quando lançou o Skycouch, um conjunto de três assentos que vira cama. A nova opção reforça a estratégia de oferecer serviços premium a quem viaja na econômica.

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