- China disputa com os EUA por influência cambial, segundo o bloco de análises da Bloomberg.
- TSMC afirma que o equipamento de fabricação de chips mais recente da ASML está caro demais.
- Atividade econômica do eurozona recua, impactada pela guerra no Irã.
- Conversas entre Israel e Líbano devem ser retomadas em Washington.
- UE propõe medidas para atenuar o choque energético causado pela guerra no Irã.
Na abertura do dia, a Bloomberg destaca a atuação de Beijing e Washington no mercado de câmbio, com analistas avaliando a influência chinesa sobre a quantia de reservas e movimentos de moeda. O debate ocorre no contexto de sinais de ajustes na balança de poder entre as duas maiores economias.
O programa destaca ainda o papel de fabricantes de semicondutores e fornecedores de equipamentos, evidenciando as dinâmicas entre indústria e tecnologia no cenário global. A análise foca na percepção de custo elevado de equipamentos, impactando cadeias produtivas e prazos de entrega.
TSMC e ASML
A subsidiária taiuanesa TSMC afirma que a última geração de equipamentos de fabricação de chips da ASML está acima do esperado em preço, o que pode influenciar decisões de investimento e capacidades produtivas.
Zona do euro e guerra no Irã
Dados apontam retração na atividade empresarial da zona do euro, com impactos atribuídos à instabilidade regional causada pela guerra no Irã. O petróleo, a inflação e as expectativas de demanda são fatores em avaliação por empresas e bancos centrais.
Israel e Líbano em Washington
As negociações entre Israel e Líbano devem retomar em Washington, com representantes dos dois países e mediadores buscando avanços em relação a questões de fronteira e segurança regional.
Medidas de energia diante do Irã
As autoridades da União Europeia apresentam propostas para mitigar o choque energético decorrente do conflito com o Irã, buscando reduzir impactos sobre consumidores e setores industriais.
Entre na conversa da comunidade