- O governo do primeiro‑ministro Anutin Charnvirakul está reestruturando despesas para conter o déficit diante do choque do petróleo proveniente do conflito no Oriente Médio.
- A meta de déficit para o ano fiscal de 2027, que começa em 1º de outubro, será mantida em 788 bilhões de baht ($24,5 bilhões).
- O choque do petróleo está pressionando as contas públicas e levando a ajustes de gastos.
- Para o ano corrente, o déficit estimado é de 860 bilhões de baht, segundo o governo.
- As mudanças visam amenizar o impacto do cenário externo sem alterar a meta fiscal.
O choque do petróleo leva a reorganização de gastos públicos na Tailândia, visando mitigar o impacto sobre o déficit, sem alterar a meta fiscal. O governo busca manter as contas sob controle diante da pressão externa proveniente do conflito no Oriente Médio.
O primeiro-ministro Anutin Charnvirakul afirmou que a meta de déficit para o ano fiscal de 2027, a partir de 1º de outubro, será mantida em 788 bilhões de bahts (aproximadamente US$ 24,5 bilhões). O país ainda projeta déficit de 860 bilhões de bahts para o ano em curso.
Contexto fiscal
A mudança de foco orçamentário ocorre em meio a tensões nos preços de energia provocadas pelo conflito regional, que afetam as contas públicas. A manutenção da meta sugere ajustes internos de gastos para conter o déficit sem recorrer a medidas adicionais de receita.
Segundo o governo, as medidas de readequação visam preservar a credibilidade fiscal e manter o teto de endividamento dentro do previsto, sem detalhar cortes específicos nem novos planos de arrecadação. A situação demonstra a fragilidade de receitas diante de choques externos.
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