- Nik Storonsky, CEO da Revolut, lidera uma fintech avaliada em cerca de $75 bilhões.
- A ideia central foi eliminar taxas ocultas de câmbio, ajudando a transformar a Revolut em um banco digital global com um app único.
- O aplicativo da Revolut oferece pagamentos, negociação, criptomoedas e serviços para negócios.
- Storonsky comenta o crescimento da empresa, o futuro das fintechs, planos de expansão para os Estados Unidos e a possibilidade de oferta pública inicial.
- A entrevista foi gravada em 14 de abril no Johns Hopkins Bloomberg Center, em washington, dc.
Nik Storonsky, CEO da Revolut, contou como a fintech se tornou uma das mais valiosas do mundo, avaliada em cerca de 75 bilhões de dólares. Em uma conversa no The David Rubenstein Show: Peer to Peer Conversations, ele explicou que a ideia central foi eliminar taxas ocultas de câmbio, o que impulsionou a criação de um banco digital com pagamentos, negociação, criptomoedas e serviços para empresas em um único aplicativo.
A entrevista abordou o crescimento da Revolut, o futuro do setor de fintech e planos de expansão para os Estados Unidos. Storonsky também discutiu a possibilidade de abertura de capital, sem confirmar a data. O episódio foi gravado em 14 de abril no Johns Hopkins Bloomberg Center, em Washington DC.
Planos de globalização e mercado norte-americano
Segundo Storonsky, a Revolut busca ampliar a presença global, com foco em ampliar serviços financeiros acessíveis e integrados. O CEO informou que a empresa já opera em diversos mercados e mira avanços regulatórios e de infraestrutura para facilitar a entrada no mercado dos EUA.
O diálogo também tratou de estratégias para competir com bancos tradicionais e outras fintechs, mantendo a proposta de simplificação de tarifas. Não houve anúncio de marcos operacionais nem de cronogramas oficiais para a estreia em bolsa. O programa enfatizou a visão de longo prazo da Revolut, sem prever datas específicas.
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