- Dólar fechou em R$ 4,974, com queda de 0,02%.
- Ibovespa caiu, em torno de 1,68%, aos 192.840 pontos.
- Brent fechou a US$ 101,91, alta de 3,5%; WTI, US$ 92,96, alta de 3,66%.
- Mercados ficam de olho na prorrogação da trégua entre EUA e Irã e na manutenção do bloqueio no Estreito de Hormuz.
- Banco de Brasília aprovou injeção de até R$ 8,1 bilhões; governo pode anunciar pacote para renegociação de dívidas.
O dollar comercial fechou o dia em queda leve, aos R$ 4,974, frente ao fechamento anterior. A variação foi de -0,02%. A Bolsa brasileira operou em queda, com o Ibovespa recuando quase 2%, aos 192.840 pontos, em linha com a pressão recente sobre ativos de risco.
A sessão foi marcada pela incerteza em relação à ampliação da trégua entre EUA e Irã e à manutenção do bloqueio no Estreito de Hormuz, fatores que elevaram o petróleo acima de US$ 100 o barril. A volatilidade inicial registrou-se com a moeda abrindo em baixa de 0,16% e, depois, subindo 0,20%.
Dólar e ações nacionais permanecem sensíveis à evolução do conflito no Golfo e aos desdobramentos diplomáticos. O preço do petróleo Brent fechou em US$ 101,91, alta de 3,5% em relação à véspera, enquanto o WTI para junho fechou em US$ 92,96, alta de 3,66%.
Mercado internacional e commodities
O mercado angulados pela prorrogação da trégua entre Estados Unidos e Irã manteve o bloqueio marítimo no Hormuz, elevando a percepção de riscos para a navegação na região. Mesmo com Trump anunciando a extensão do cessar-fogo, circunstâncias no Oriente Médio seguem incertas, deixando o preço do petróleo sob pressão de oferta e demanda.
Situação no Brasil: BRB e cenário fiscal
No âmbito doméstico, o radar dos investidores seguiu voltado para o BRB (Banco de Brasília), após o conselho aprovar uma injeção de até R$ 8,1 bilhões. Paralelamente, o mercado aguarda o anúncio de um pacotes governamental para renegociação de dívidas, contribuindo para a percepção de novas etapas no cenário fiscal.
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