- Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), trocou de defesa em meio a rumores de delação premiada.
- Cleber Lopes deixa a defesa; passam a representar Costa os advogados Eugênio Aragão e Davi Tangerino.
- A mudança foi revelada originalmente pelo jornal O Globo.
- A troca de defesa busca facilitar eventual acordo de delação; Costa foi preso na semana passada, na quarta fase da Operação Compliance Zero, e está no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
- Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master e preso, também negocia delação e já assinou termo de confidencialidade com a PF e a PGR.
Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, trocou de defesa no contexto de rumores sobre delação premiada. A troca ocorreu após a prisão na quarta fase da Operação Compliance Zero. Costa está detido no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. A mudança visa facilitar a possibilidade de acordo de colaboração com as autoridades.
A nova dupla de advogados é formada por Eugênio Aragão e Davi Tangerino, substituindo Cleber Lopes, que conduzia a defesa. Pessoas próximas a Costa afirmaram ao Valor que o objetivo é viabilizar uma delação, conforme reportado pelo jornal O Globo.
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, também está preso e já iniciou negociações para delação. Ele trocou a defesa, antes ligada a opositores a acordos de delação premiada. PF e PGR assinaram termo de confidencialidade como etapa inicial das negociações.
Mudança de defesa
Segundo apuração, a troca de defesa de Costa busca ampliar possibilidades de acordo com autoridades. A influência de Vorcaro no caso é citada como referência para o movimento de Costa. O conjunto de informações foi divulgado publicamente pelos veículos de imprensa citados.
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