- Estudo global da Adobe mostra que 86% dos criadores já usam IA generativa, tornando a IA o motor da economia criativa.
- No Brasil, 71% dos profissionais já utilizam IA no dia a dia, acima da média global de 54%, com projeção de movimentar US$ 33,5 bilhões no país até 2034.
- O país coloca o celular como principal ambiente de trabalho: 72% dos criadores globais produzem tudo pelo celular e o consumo digital brasileiro é 50% superior à média mundial, com quase 30 GB de dados por mês por dispositivo em 2026.
- A próxima etapa é a IA Agente, com 85% dos criadores globais querendo agentes que aprendam seu estilo; no Brasil já aparece em ferramentas de lead scoring para negócios.
- Questões de confiança trazem risco: 69% dos criadores se preocupam com uso de obras para treinar IAs sem permissão, ampliando o debate sobre ética, regulação, deepfakes e privacidade.
O estudo global da Adobe, o Creators’ Toolkit Report, mostra que a IA generativa já é motor da economia criativa, não apenas um teste. Segundo a pesquisa, 86% dos criadores no mundo já utilizam IA em seus trabalhos.
No Brasil, o cenário se destaca. Dados da PwC 2026 indicam que 71% dos profissionais brasileiros usam IA no dia a dia, bem acima da média global de 54%. O país projeta movimentar US$ 33,5 bilhões no setor criativo até 2034.
O celular como escritório
De acordo com a Adobe, 72% dos criadores globais já produzem tudo pelo celular. No Brasil, o uso móvel é ainda mais intenso: o consumo digital local fica 50% acima da média mundial. Em 2026, cada smartphone brasileiro deve consumir quase 30 GB de dados mensais.
IA agente: a próxima onda
A mudança de 2026 envolve a IA agêntica, com robôs que atuam além da criação de imagens. Cerca de 85% dos criadores globais desejam agentes que aprendam o estilo próprio. No Brasil, ferramentas de IA já ajudam no lead scoring, prática de pontuação de potenciais clientes.
O que é lead scoring
Ao demonstrar interesse em curso ou produto, a IA analisa ações como abertura de e-mails e visitas ao site, atribuindo notas. No fim, a ferramenta indica quais contatos devem receber foco para conversão.
Confiança e segurança
Em paralelo, 69% dos criadores têm receio de uso de obras para treinar IA sem autorização. No Brasil, o tema é central nos debates sobre ética e regulação, para evitar deepfakes e preservar privacidade dos criadores.
A pesquisa reforça que a IA não substitui o criador, mas separa profissionais de amadores. O uso eficiente está em priorizar originalidade e conexão com o público, aproveitando o tempo ganho com a automação.
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