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Imposto de Renda 2026: como evitar cair na malha fina

Malha fina ocorre por inconsistência nos dados; corrigir no Meu Imposto de Renda após envio. Principais erros: não declarar fonte pagadora, despesa médica e pensão

O envio da declaração do Imposto de Renda vai até 29 de maio este ano
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  • Cair na malha fina significa que a Receita Federal encontrou inconsistências entre os dados da declaração e informações de outras fontes, como empresas pagadoras.
  • O prazo para enviar a declaração do Imposto de Renda 2026 vai até 29 de maio.
  • Se a declaração cair na malha fina, é possível corrigir as inconsistências pelo canal Meu Imposto de Renda, geralmente já no dia seguinte ao envio.
  • Erros comuns que levam à malha fina: não declarar uma fonte pagadora; não declarar despesas médicas com comprovação (recibos, extratos); e não comprovar o pagamento de pensão alimentícia.
  • Enquanto a Receita não notificar, o contribuinte pode corrigir os dados espontaneamente para evitar problemas.

O Imposto de Renda 2026 já recebeu as declarações, com prazo de envio até 29 de maio. Cair na malha fina significa que a Receita Federal identificou inconsistências entre os dados do contribuinte e informações de terceiros.

A fiscalização envolve a Receita Federal, que cruza dados com informações de empresas pagadoras e prestadores de serviço. Quem envia a declaração pode encontrar divergências no sistema após o envio.

Para sair da malha fina, o contribuinte deve corrigir as diferenças identificadas. O auditor fiscal José Carlos Fernandes da Fonseca explica que a Receita informa o atraso pela internet e o contribuinte pode agir.

No dia seguinte ao envio, é possível abrir o canal Meu Imposto de Renda para verificar pendências. Se houver inconsistências, é possível corrigir antes do fim do prazo.

Principais erros

Segundo o contador Sidney Barros, o erro mais comum é não declarar uma fonte pagadora. Por exemplo, informar rendimentos de apenas duas empresas quando houve três.

Outra falha comum é não comprovar despesas médicas com recibos, comprovantes de pagamento ou extratos. A Receita exige prova de pagamento.

Barros também aponta como frequente o erro de não demonstrar o pagamento de pensão alimentícia, que requer prova de quitação.

A orientação geral é revisar os dados já enviados e corrigir assim que possível, antes de qualquer atuação da Receita.

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