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Kindelán: garantia europeia é essencial para evitar valorização de bancos

Kindelán defende fundo de garantia de depósitos europeu para valorizar bancos pela solidez, não pela nacionalidade, e acelerar a união bancária

La presidenta de la Asociación Española de Banca (AEB), Alejandra Kindelán.
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  • A presidente da Associação Espanhola de Banca defende a criação de um fundo único de garantia de depósitos europeu para que os bancos sejam avaliados pela solidez, e não pela nacionalidade.
  • A ideia faz parte da resposta a uma consulta da Comissão Europeia sobre simplificação regulatória no setor financeiro, em meio ao debate sobre a união bancária na UE.
  • Há consenso sobre completar o terceiro pilar da união de depósitos, mas discordâncias existem sobre como e quando avançar, conforme destaque dos países do norte e a percepção de possíveis impactos políticos.
  • A proposta defende evitar sobreposições nos colchões de capital e criar um mecanismo de coordenação entre reguladores para oferecer visão holística dos requisitos de capital por instituição.
  • Também defende que supervisores ampliem o objetivo, considerando não apenas a estabilidade financeira, mas a competitividade e o crescimento do setor, com melhoria na qualidade normativa.

El fondo de garantía de depósitos europeo é considerado essencial pela Associação Española de Banca (AEB) para evitar que bancos sejam avaliados pela nacionalidade. A presidente Alejandra Kindelán defendeu a criação de um mecanismo único durante uma rueda de prensa, após sua reeleição para mais quatro anos à frente da entidade.

AEB apresentou uma proposta de simplificação regulatória a Bruxelas, em resposta a uma consulta da Comissão Europeia sobre o processo de unificação bancária. A ideia é facilitar fusões transfronteiras sem replicar regras de cada país de origem.

Kindelán afirmou que o objetivo não é desregulamentar, mas trazer previsibilidade e clareza aos requisitos. Segundo ela, a norma de Basileia exige capital mínimo próximo de 400 bilhões de euros aos bancos europeus, com aportes adicionais de 270 bilhões financiados por reguladores.

A presidente destacou ainda a necessidade de evitar sobreposições nos colchões de capital e criar um mecanismo de coordenação entre os reguladores. Também pediu que supervisores considerem não apenas a estabilidade financeira, mas também a competitividade e o crescimento do setor, elevando a qualidade normativa das regras.

Fundo único de garantia e pilar de depósitos

Kindelán mencionou que o Bundesbank já discute emissões conjuntas na Europa. O fundo único buscaria equidade nas condições entre instituições, reduzindo dependência de rating soberano. A dirigente ressaltou a urgência de um mecanismo europeu de garantia de depósitos para ampliar capilaridade financeira e reduzir custos de financiamento.

Simplificação regulatória

AEB detalhou que a proposta visa maior previsibilidade nos requisitos regulatórios. Além de evitar duplicidade de norma entre reguladores, o foco fica em uma visão holística dos níveis de capital exigidos por cada instituição, visando facilitar operações de fusão e expansão entre bancos europeus.

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