- O preço médio da gasolina nos EUA, segundo a AAA, chegou a US$ 4,17 por galão em 9 de abril e estava em US$ 4,020 nesta quarta-feira.
- Os preços permanecem acima de US$ 4 por galão desde 31 de março, acompanhando o noticiário sobre a guerra no Oriente Médio, atualmente em fase de cessar-fogo.
- A gasolina premium está em US$ 4,901 por galão, frente a US$ 4,814 há um mês.
- O diesel está em US$ 5,489 por litro, abaixo do valor da semana anterior, mas acima do observado há um mês.
- Economistas ouvidos pela CBS dizem que não há expectativa de queda para abaixo de US$ 3 por galão antes de 2027, a menos que ocorra uma recessão nos EUA.
O preço da gasolina nos EUA se mantém acima de 4 dólares por galão, apesar de uma leve queda. A AAA (American Automobile Association) aponta que o valor ficou em 4,02 dólares por galão nesta quarta-feira, após ter atingido 4,17 em 9 de abril. A variação ocorre em meio a notícias de cessar-fogo no Oriente Médio.
Segundo o levantamento diário, o diesel ficou em 5,49 dólares por galão, abaixo de 5,63 registrados na semana anterior, mas ainda acima do mês passado (5,25). O preço da gasolina premium chegou a 4,901 dólares por galão, frente a 4,814 há um mês.
A leitura da AAA também mostra que a gasolina chegou a patamar inferior a 3 dólares há certo tempo, mas a escalada começou com a escalada de ações dos EUA e de Israel contra o Irã, em fevereiro. A alta de preços acompanha a volatilidade do mercado.
Analistas citados pela CBS indicam que o ajuste abaixo de 3 dólares por galão não deve ocorrer antes de 2027, a menos que haja uma recessão nos EUA. O cenário atual é marcado por incertezas geopolíticas e impactos comerciais.
A notícia reforça que os combustíveis foram os principais responsáveis pelo avanço do CPI de março, que ficou em 0,9% no mês. O dado representa o maior aumento mensal desde junho de 2023, segundo o índice oficial.
Com a presença de fatores externos, o mercado americano observa sinais de estabilização, mas sem sinal de recuo rápido nos preços da gasolina. A AAA ressalta a dependência de fatores como câmbio, produção e impostos regionais.
Perspectivas e impactos
Especialistas ressaltam que o consumo, a demanda e a logística de refino influenciam diretamente os preços. O ineditismo do conflito na região eleva a cautela de investidores e consumidores.
Os dados da AAA são coletados diariamente a partir de postos consultados pela organização. As flutuações costumam refletir eventos globais, políticas energéticas e condições de produção.
Os consumidores devem acompanhar os próximos relatórios da AAA para entender a trajetória de curto prazo. O mercado continua atento a qualquer anúncio de cessar-fogo ou nova rodada de negociações na região.
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