- A Intel subiu 235% nos últimos 12 meses, atingindo o maior preço desde a bolha da era ponto com, mas pode encarar entrave com o resultado do primeiro trimestre, divulgado após o fechamento de quinta-feira.
- O impulso da empresa veio, em parte, de um investimento de 8,9 bilhões de dólares do governo dos EUA, em troca de participação no fabricante de chips.
- A Intel já pagou 14 bilhões de dólares para recomprar ações e reteve metade de uma planta na Irlanda que havia vendido para a Apollo Global Management.
- A companhia se uniu ao projeto de manufatura de semicondutores de Elon Musk, o Terafab, ampliando parcerias no setor.
- A Alphabet, por meio do Google, comprometeu-se a usar os processadores Xeon da Intel em seus data centers.
Intel Corp. vive uma recuperação notável, com valorização de 235% no último ano, atingindo patamar próximo ao pico da bolha ponto com. A alta acompanha expectativa sobre o resultado do primeiro trimestre, divulgado após o fechamento desta quinta-feira.
A elevação recente é atribuída ao investimento federal de 8,9 bilhões de dólares dos EUA, feito em troca de participação no fabricante de chips. Além disso, a empresa pagou 14 bilhões de dólares para recomprar parte de uma planta na Irlanda, anteriormente vendida à Apollo Global Management.
No movimentado trimestre, a Intel também firmou acordos estratégicos relevantes. A empresa participou do projeto de fabricação de semicondutores liderado por Elon Musk, o Terafab, e recebeu um compromisso da Alphabet para uso de seus processadores Xeon em dados centers.
Parcerias e compromissos
- A participação governamental e a recompra de ativos fortalecem a posição financeira da companhia.
- O acordo com o Terafab amplia a presença em projetos de fabricação avançada.
- O apoio da Google, conforme anunciado, reforça a demanda por chips Xeon nos centros de dados.
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