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Dimensões das maiores minas de ouro do mundo

Principais minas de ouro do mundo geram dezenas de toneladas por ano, com operações relevantes na Nevada, Muruntau, Grasberg, Olimpíada e Pueblo Viejo

Mina de cobre Grasberg (Indonésia) - Maiores minas de cobre do mundo - Alfindra Primaldhi/Wikimédia Commons
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  • Nevada Gold Mines, nos Estados Unidos (Nevada), operada pela Barrick Gold Corporation, produz 94 toneladas de ouro.
  • Muruntau, no Uzbequistão, é a maior mina a céu aberto da região e tem 579 metros de profundidade, com produção de 85 toneladas.
  • Grasberg, na Indonésia, localizada perto de Puncak Jaya, produz 41 toneladas de ouro e fica quase quatro mil metros acima do nível do mar.
  • Olimpíada, na Rússia, operada pela Polyus, utiliza tecnologia de biomineração (bio-oxidação) e tem produção de 34 toneladas.
  • Pueblo Viejo, na República Dominicana, operada pela Barrick em parceria com a Newmont, produz 23 toneladas de ouro.

Diversas minas de ouro ao redor do mundo se destacam pela escala da produção e pela importância econômica no setor mineral. Este levantamento reúne informações sobre as maiores minas de ouro, suas operações e dados de produção.

A Nevada Gold Mines, nos EUA, opera no estado de mesmo nome. Formada em 1º de julho de 2019, reúne 10 minas subterrâneas e 12 de superfície, além de instalações relacionadas. A produção de ouro chega a 94 toneladas.

Muruntau, no Uzbequistão, foi descoberta em 1958 e iniciou operações em 1967. É a maior mina a céu aberto da região, com 579 metros de profundidade, e ocupa a quinta posição entre as mais profundas do mundo. A produção é de 85 toneladas.

Grasberg, na Indonésia, localizada na Papua, é conhecida pela exploração de cobre e ouro. Situa-se a quase 4 mil metros acima do nível do mar e produz 41 toneladas de ouro. A mineradora operadora é a Freeport‑McMoRan.

Olimpíada, na Rússia, é operada pela Polyus Mining. Utiliza a tecnologia de bio-oxidação BIONORD para tratar minérios de sulfeto. A mina produz 34 toneladas de ouro por ano, com processamento em três moinhos que somam mais de 14 milhões de toneladas de minério por ano.

Pueblo Viejo, na República Dominicana, é operada pela Barrick em parceria com a Newmont. A produção de ouro atinge 23 toneladas, com a atuação conjunta das empresas norte-americanas.

Kibali, na República Democrática do Congo, é operada pela Barrick. A instalação inclui planta de sulfeto e óxido com capacidade para processar 7,2 milhões de toneladas por ano, além de três usinas hidrelétricas de 44 MW e um gerador térmico de reserva de 32 MW.

Cadia, na Austrália, é operada pela Newcrest Mining. A mina registra produção de 23 toneladas de ouro e houve ajustes para reduzir poeira, conforme a EPA estadual.

Lihir, em Papua-Nova Guiné, é operada pela Newcrest Mining. A produção de ouro chega a 20 toneladas. Localizada em área de intensa atividade geotérmica, foram feitas grandes aberturas no solo para liberar pressão subterrânea.

Canadian Malartic, no Canadá, começou a operar em 2014 e é administrada pela Osisko Mining, posteriormente com participação da Agnico-Eagle Mines e Yamana Gold. A produção soma 20 toneladas de ouro.

Boddington, também na Austrália, é a maior mina do país e é operada pela Newmont Corporation. Produz 20 toneladas de ouro, com expectativa de manutenção da extração por cerca de mais 15 anos, considerando reservas estimadas.

Lihir (Papua-Nova Guiné) repete-se nas informações de produção: 20 toneladas, operada pela Newcrest Mining. Localizada na região com alta atividade geotérmica, as operações enfatizam aberturas no solo para manejo da pressão subterrânea.

Canadian Malartic e outras unidades compartilham a mesma linha de dados: a exploração de grandes reservas, histórico de descobertas e operações conjuntas entre empresas globais, destacando-se pela produção estável de ouro na faixa de 20 toneladas.

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