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Dólar opera em leve queda a R$ 4,97; petróleo supera US$ 100

Dólar abre em leve baixa a R$ 4,97; Brent passa de US$ 100 e incertezas sobre a trégua no Irã mantêm pressão nos mercados

No mercado de câmbio brasileiro, o dólar comercial para venda fechou abaixo de R$ 5,00 nas últimas sete sessões
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  • O dólar abriu em R$ 4,97, com leve queda ante o fechamento de ontem.
  • O Brent é negociado acima de US$ 100 o barril, em meio ao impasse entre Estados Unidos e Irã e ao bloqueio no Estreito de Hormuz.
  • O Irã informou apreender dois navios após o anúncio de suspensão de ataques feito pelo presidente Donald Trump; foram registradas nove travessias no Estreito de Hormuz.
  • O petróleo segue pressionando a inflação global, enquanto ações asiáticas fecham em baixa, com perdas em Japão, Hong Kong e China; Coreia do Sul teve avanço.
  • O Ibovespa recuou na sessão anterior, buscando interromper a sequência de queda, enquanto o dólar se mantém próximo de R$ 5, sustentado por juros elevados e exportações de commodities.

O dólar abriu esta quinta-feira cotado a R$ 4,97, em leve baixa frente ao fechamento de ontem. O mercado acompanha a pressão do petróleo, acima de US$ 100 o barril Brent, em meio ao impasse na trégua entre EUA e Irã.

O câmbio mantém a trajetória de quedas pequenas: o dólar ficou abaixo de R$ 5,00 nas últimas sete sessões. Juros altos, exportações de commodities e a distância da guerra no Oriente Médio ajudam a sustentar o real, segundo analistas.

Há ainda incertezas no Estreito de Hormuz, com o Irã afirmando ter apreendido dois navios após o anúncio de suspensão de ataques pelos EUA. Monitoramento apontou nove travessias no estreito ontem, com apenas parte delas carregando carga.

Mercados internacionais e petróleo

O Brent opera acima de US$ 100 o barril, com cede de cerca de 0,3% a US$ 101,62 por volta das 9h. A volatilidade segue ligada à tensão geopolítica e à fluxos de risco no mundo.

Especialistas destacam que o cenário geopolítico alimenta pressões inflacionárias e influencia ativos de risco. O petróleo, fertilizantes e metais impactam expectativas de balanços corporativos e decisões de investimento global.

Desempenho de ativos locais

As bolsas asiáticas fecharam em queda, pressionadas pela aversão ao risco. Nikkei caiu 0,75%, Hang Seng 0,95% e Shenzhen Composto 1,05%. Kospi, da Coreia do Sul, subiu 0,90% com dados de PIB melhores que o esperado.

No Brasil, o Ibovespa registra trajetória recente de baixa em quatro dos últimos cinco pregões. O índice fechou em 192.889 pontos na sessão anterior, buscando interromper o viés de baixa.

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