- Justin Sun abriu processo federal na Califórnia contra a World Liberty Financial, alegando que a empresa congelou suas participações em tokens e ameaçou “queimar” as suas moedas.
- Em julho de 2025, Sun comprou cem milhões de dólares em $TRUMP, moeda ligada ao grupo, que passou a ser negociada na blockchain TRON; ele já tinha investido setenta e cinco milhões de dólares em $WFI, da mesma empresa.
- A World Liberty Financial, dirigida pelo CEO Zach Witkoff, afirmou que as acusações são sem mérito e que o caso será rejeitado rapidamente, acrescentando que Sun cometeu conduta que levou a empresa a agir para se proteger.
- Segundo a ação, Sun comprou quarenta e cinco milhões de dólares em $WLF (três bilhões de moedas) e recebeu mais um bilhão após ser nomeado assessor da empresa, totalizando quatro bilhões de moedas, avaliadas em cerca de trêscentos e vinte milhões de dólares.
- Sun já teve outros atritos legais recentes, incluindo processos contra a Securities and Exchange Commission em 2024 e ações envolvendo a família Trump no setor de criptoativos, sem inserir julgamentos ou opinião.
Justin Sun processa a World Liberty Financial, empresa de memecoin ligada à família Trump, afirmando congelamento indevido de seus tokens. A ação foi apresentada em um tribunal federal da Califórnia, conforme reportagem da NBC News.
Segundo a queixa, Sun alega que a World Liberty Financial implantou mecanismos para impedir a venda de seus coins e ameaçou excluir permanentemente suas posições da carteira digital. Ele afirma ter adquirido bilhões de moedas WLF e ter recebido outra parcela como adviser.
No histórico do caso, Sun comprou em julho de 2025 cerca de 100 milhões de dólares em WTRUMP, moeda associada ao projeto, com negociações iniciadas na blockchain TRON, criada por Sun. Já em maio, Sun havia investido 75 milhões de dólares em WFI, as moedas da empresa.
A World Liberty Financial contesta as alegações, afirmando que Sun cometeu conduta ilícita e que a empresa precisou agir para proteger seus usuários. O executivo-chefe e cofundador, Zach Witkoff, declarou que a ação busca ser rapidamente rejeitada.
Eric Trump, outro cofundador da empresa, reagiu pela rede social X, desqualificando a ação ao citar um investimento de Sun em uma obra de arte de Maurizio Cattelan. Sun adquiriu a obra em leilão no fim de 2024 e, posteriormente, participou de atividades promocionais envolvendo o projeto.
Além disso, Sun tem estado no centro de outras disputas legais recentemente. Em 2025, ele processou a Bloomberg News para impedir divulgações sobre seu patrimônio, e processou o colecionador David Geffen em uma disputa envolvendo uma escultura de Alberto Giacometti, no que envolve acusações de fraude e assinatura falsa.
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