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Novo Minha Casa, Minha Vida impulsiona construtoras e abre espaço na bolsa

Novo MCMV eleva teto de financiamento para até R$ 600 mil e renda até R$ 13 mil, ampliando demanda e o potencial de valorização de construtoras listadas na B3

Minha Casa, Minha Vida (Foto:Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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  • Novo MCMV eleva o teto de financiamento de imóveis para até R$ 600 mil e a renda máxima para até R$ 13 mil por mês, com juros subsidiados.
  • A Caixa Econômica Federal começou a liberar financiamentos dentro dos novos limites, conforme aprovações do Conselho do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço no fim de março.
  • A mudança inclui dezenas de milhares de famílias da faixa 4 e pode criar demanda adicional para construtoras listadas na B3.
  • Cury, Direcional, Plano & Plano, Tenda e MRV são citadas como potenciais beneficiadas pelo ajuste, com diferentes perfis de atuação e riscos.

O novo Minha Casa, Minha Vida elevou o teto de financiamento para imóveis até 600 mil com juros subsidiados. O aumento abrange famílias da classe média na faixa 4, com renda mensal de até 13 mil. A medida amplia o público-alvo do programa.

A Caixa Econômica Federal iniciou, nesta quarta-feira, a liberação de financiamentos com os novos limites, conforme deliberação do Conselho do FGTS no fim de março. O objetivo é facilitar o acesso à casa própria para mais famílias.

A mudança potencializa o mercado de construção civil e pode impactar as B3, com demanda adicional beneficiando construtoras focadas nesse segmento. Analistas avaliam cenário positivo para companhias listadas, ainda que haja riscos setoriais.

Empresas que devem surfar o novo MCMV

  • Cury (CURY3): atuação forte em São Paulo e Rio, vendas rápidas e margens estáveis. Liminar sobre alvarás impacta o papel de modo considerado limitado.
  • Direcional (DIRR3): com foco na baixa renda, deve ganhar com a expansão do MCMV. Crescimento consistente, boa rentabilidade e execução sólida.
  • Plano & Plano (PLPL3): concentração em São Paulo, nas faixas 1 e 2. Benefício esperado com o novo teto; alta rentabilidade e perspectivas de lançamentos, com potencial de valorização.
  • Tenda (TEND3): após reestruturação, crescimento sólido em 2025. Risco permanece com a subsidiária Alea, mas há espaço para valorização frente aos pares.
  • MRV (MRVE3): potencial de crescimento com o novo MCMV, apoiada por grandes estoques de terrenos. Desafio atual inclui operações nos EUA, que pesam sobre resultados, elevando incertezas.

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